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PORTO: FERNANDO MADUREIRA VAI PRESTAR DECLARAÇÕES A JUIZ ESTA SEXTA-FEIRA

O advogado de Fernando e Sandra Madureira, Miguel Marques Oliveira, garantiu que o líder da claque do FC Porto vai prestar declarações no âmbito de um processo que investiga os incidentes ocorridos durante uma Assembleia Geral dos ‘dragões’.

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O advogado de Fernando e Sandra Madureira, Miguel Marques Oliveira, garantiu que o líder da claque do FC Porto vai prestar declarações no âmbito de um processo que investiga os incidentes ocorridos durante uma Assembleia Geral dos ‘dragões’.

No entanto, o advogado disse aos jornalistas, à saída do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, que a esposa de Fernando Madureira deverá permanecer em silêncio.

“Há quem lide com a situação de uma forma melhor e há quem lide de uma forma menos aprazível. Poderão não ser prestadas declarações em virtude do estado emocional das pessoas”, começou por explicar Miguel Marques Oliveira.

O advogado esclareceu ainda que serão vários os arguidos que esta sexta-feira estão dispostos a prestar declarações.

“O Fernando Madureira não irá prestar declarações hoje. Irá prestar, em princípio, pela tarde de amanhã [sexta-feira]. Julgo que cinco ou seis vão prestar declarações. Hoje serão apenas dois arguidos”, disse ainda o advogado.

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Já a advogada de Fernando Saul, funcionário do FC Porto, também garantiu que o seu cliente está disposto a “esclarecer” os factos e vai prestar declarações esta sexta-feira.

“O meu cliente esteve sempre disposto para prestar declarações, a defesa entendeu que poderia não ser necessário, mas ele quer mesmo esclarecer e tem de o fazer”, referiu Cristiana Carvalho aos jornalistas.

A advogada esclareceu ainda o que está em causa no processo.

“O que está em causa são os acontecimentos na dita Assembleia Geral. Não está mais nada em causa. Existe um outro arguido com mais um crime, de detenção de arma proibida, mas eu não me vou pronunciar sobre isso”, referiu.

Pouco depois saíram do tribunal, numa carrinha da PSP, Fernando e Sandra Madureira em direção à esquadra de Santo Tirso, onde vão pernoitar novamente.

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Outros oito arguidos saíram num miniautocarro para também pernoitarem na esquadra.

António Moreira de Sá e Tiago Aguiar são os detidos que ainda vão prestar declarações esta quinta-feira.


Veja mais aqui: OPERAÇÃO PRETORIANO

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VIANA DO CASTELO: NOVA TAXA TURÍSTICA SERÁ COBRADA A PARTIR DE AGOSTO

A Câmara de Viana do Castelo começa a cobrar a partir de agosto taxa turística de 1,50 euros na época alta e de um euro, na época baixa, refere o regulamento hoje publicado em Diário da República (DR).

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A Câmara de Viana do Castelo começa a cobrar a partir de agosto taxa turística de 1,50 euros na época alta e de um euro, na época baixa, refere o regulamento hoje publicado em Diário da República (DR).

O regulamento da taxa turística, na modalidade de taxa de dormida, entra em vigor 180 dias após a sua publicação em DR.

De acordo com o documento, o valor de 1,50 euros será cobrado entre 01 de maio e 31 de outubro, considerada época alta, e de um euro entre 01 de novembro e 30 de abril, época baixa.

A “taxa de dormida é devida por hóspede, com idade superior a 16 anos, e por noite, até a um máximo de cinco noites seguidas por pessoa e por estadia, em qualquer tipologia de alojamento nos empreendimentos turísticos e nos estabelecimentos de alojamento local, como tal considerados nos respetivos regimes jurídicos, situados no concelho de Viana do Castelo”.

Isentos do pagamento da taxa turística estão os hóspedes que se desloquem a Viana do Castelo a convite da câmara, por motivos de saúde, os portadores de deficiência, com incapacidade igual ou superior a 60%, e os que, por razões de conflito e deslocados dos seus países de origem, residem temporariamente em Portugal”.

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“Excecionalmente, no primeiro ano de vigência do Regulamento, os empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local (…), que comprovem ter reservas efetuadas entre a data da publicação do regulamento e a data de entrada em vigor do mesmo, encontram-se isentos de liquidar e cobrar desses hóspedes o pagamento da taxa turística”, refere a publicação.

O pagamento da taxa municipal turística “é devido no início da estadia, numa única prestação, mediante a obrigatoriedade de emissão de fatura-recibo, em nome da pessoa, singular ou coletiva, que efetuou a reserva, com referência expressa à sua não sujeição a IVA”.

O pagamento ao município da taxa turística será efetuado através de uma plataforma eletrónica.

A Câmara de Viana do Castelo vai promover sessões de esclarecimento e formação sobre a utilização da ferramenta eletrónica para pagamento da taxa.

No regulamento, a autarquia de Viana do Castelo justifica a implementação da taxa turística com “o aumento significativo do número de estabelecimentos de alojamento local que, no ano de 2014, era de oito unidades, passando para 408 unidades no ano de 2021”, e o aumento de hospedes e dormidas no concelho.

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“As estatísticas demonstram um crescimento significativo nos últimos anos, nomeadamente, no que se refere ao número de hóspedes e dormidas, no período de 2014 a 2019, registou um aumento de 84% e 92 %, respetivamente.

Segundo a autarquia, “importa fortalecer o investimento na área, de modo a corresponder às necessidades e exigências do mercado, possibilitando o alargamento, desenvolvimento e melhoramento de infraestruturas, assim como, a criação e desenvolvimento de serviços e apoios dedicados ao turismo, para garantir uma marca de qualidade do concelho, enquanto destino turístico”.

“Tendo em conta a necessidade e vontade de prosseguir com este desenvolvimento de forma sustentável, e uma vez que os recursos das autarquias preveem colmatar necessidades locais, direcionadas aos seus munícipes, importa perceber a que fonte de recursos se pode recorrer e de que modo se pode fazer a alocação desses recursos de forma equilibrada”.

O município sustenta ainda que o crescimento do setor “necessita de uma forte aposta na promoção turística como princípio de consolidação do destino Viana do Castelo e o custo inerente a este esforço pode ser cofinanciado pelos próprios turistas, uma vez que são os grandes beneficiários destes serviços”.

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PORTO: HOSPITAL DE SANTA MARIA COMEÇA A USAR BRAÇO ROBÓTICO EM CIRURGIAS

O Hospital Santa Maria, no Porto, começa este mês a realizar cirurgia de substituição da anca e do joelho com recurso a um braço robótico, uma tecnologia que permitirá aumentar a precisão da intervenção, foi hoje descrito à Lusa.

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O Hospital Santa Maria, no Porto, começa este mês a realizar cirurgia de substituição da anca e do joelho com recurso a um braço robótico, uma tecnologia que permitirá aumentar a precisão da intervenção, foi hoje descrito à Lusa.

“A eficácia de uma prótese depende da sua colocação dentro do doente. Quanto melhor ficar colocada, melhor a funcionalidade, melhor a sobrevida e a qualidade de vida e o tempo que a prótese dura. Este braço permite uma maior precisão na colocação dos implantes e escolha prévia da melhor opção de prótese, uma vez que é feito um modelo 3D”, escreveu o diretor clínico do hospital, Rui Pinto.

Salvaguardando que “a opinião e a orientação do cirurgião” têm sempre o papel mais importante, o médico referiu que “esta é uma cirurgia que se faz atualmente com muita precisão”, uma precisão que aumenta conforme a experiência do cirurgião, mas que pode aumentar apontou que “ainda mais, conseguindo resultados muito melhores”.

“Este braço robótico permite normalizar muitos resultados”, resumiu.

Um dos principais objetivos deste equipamento é o tratamento das doenças osteo articulares, com artroplastia da anca e do joelho.

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Outra das vantagens é a necessidade de fazer incisões mais pequenas do que as realizadas na cirurgia tradicional, “logo com menos dor para o doente que, assim, beneficia de uma recuperação mais rápida”.

Além da precisão e da segurança, o objetivo é conduzir “a uma menor exposição e um menor dano nos tecidos moles, uma maior conservação do osso, o que, por sua vez, permite reduzir o erro e aumentar a confiança na cirurgia”, lê-se num resumo enviado à Lusa.

O que diferencia este braço robótico de tecnologia semelhante é que, o MAKO recorre a marcadores do doente e a algoritmos que reproduzem o modelo de articulação do doente, sendo um robot ortopédico que utiliza a TAC do doente para reproduzir um modelo 3D da articulação.

A tecnologia que utiliza, a Accustop, garante que o braço robótico não ultrapassa as margens de ação definidas previamente pelo cirurgião, protegendo todas as estruturas fundamentais da articulação e evitando a agressividade de exposições de estruturas desnecessárias.

O robot MAKO é instalado hoje neste hospital do Porto e, estando concluída a certificação dos cirurgiões e instrumentistas, começa a funcionar até ao final do mês.

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Sem precisar números, e salvaguardando que se tratam de previsões a adaptar à procura e necessidade, Rui Pinto disse que a capacidade do hospital para a realização desta cirurgias pode chegar às 1.000/1.200 intervenções por ano.

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