Ligue-se a nós

REGIÕES

SEF DETEVE O “BURLÃO DOS HOTÉIS”

O SEF deteve um homem estrangeiro que se dedicava a burlar hotéis. Este cidadão instalava-se em unidades hoteleiras acabando por não pagar a conta.

Online há

em

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve um cidadão estrangeiro acusado de burla reiterada, em cumprimento de mandado judicial do Tribunal de Ovar.

Ao longo dos tempos, o homem tem vindo a alojar-se em dezenas de unidades hoteleiras, nas mais variadas zonas do país, por curtos períodos de tempo, ausentando-se sem liquidar a respectiva conta. O tempo de permanência nos hotéis não foi revelado.

O indivíduo, detido esta terça-feira, já estava referenciado pelo SEF e foi detectado numa unidade hoteleira da zona de Mira, na sequência da monitorização que vinha sendo feita ao seu percurso. Foi presente a tribunal e restituído à liberdade com notificação da acusação e aplicação da medida de coacção de termo de identidade e residência.

O cidadão, cuja identidade não foi revelada, foi ainda constituído arguido num outro processo, do Tribunal de Odemira, acusado de furto.

A burla de dormir em vários hotéis sem pagar a conta acontece com alguma frequência. Em 2015, um cidadão português de 54 anos dormiu em unidades hoteleiras de Norte a Sul do país, sem pagar as contas, que incluíam refeições.

No ano passado foi detido um cidadão espanhol que dormiu em 17 hotéis de luxo, durante quatros meses, sem pagar. A maioria dos hotéis situava-se em Barcelona.

REGIÕES

CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

Online há

em

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

LER MAIS

REGIÕES

COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

Online há

em

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

LER MAIS

MAIS LIDAS