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SINDICATO DA ADMINISTRAÇÃO LOCAL PEDE REUNIÃO URGENTE A RUI MOREIRA

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) pediu uma reunião urgente ao presidente da Câmara do Porto para “acabar com a discriminação” de trabalhadores das Águas do Porto.

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O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) pediu uma reunião urgente ao presidente da Câmara do Porto para “acabar com a discriminação” de trabalhadores das Águas do Porto.

Em comunicado, o STAL explicou que há cerca de dois anos que a administração das Águas do Porto discrimina os seus associados, sem que da parte da autarquia haja qualquer intervenção para acabar com esta situação que, em alguns casos, representa diferenças salariais de 200 euros mensais.

“Com uma postura ética inaceitável e em confronto com elementares direitos constitucionais, a postura da administração das Águas do Porto é de discriminação dos trabalhadores em função da sua filiação sindical, prejudicando trabalhadores só por serem associados do STAL”, vincou.

O sindicato entendeu que sendo a administração da empresa nomeada pela autarquia, esta tem a “responsabilidade política” desta “situação inaceitável”.

“A Direção Regional do Porto do STAL mantém o empenho e a determinação em combater esta postura, estando confiante que será possível normalizar as relações de trabalho, tal como foi possível alcançar, para todos os trabalhadores das Águas do Porto, o horário das 35 horas semanais”, salientou.

Além disso, na reunião agora solicitada ao presidente da câmara, o independente Rui Moreira, o sindicato quer ainda discutir direitos, entretanto retirados, como o direito aos 25 dias de férias e a atribuição de tolerância de ponto para que os trabalhadores possam ir ao funeral de tios e sobrinhos.

SVF // MSP

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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