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TÚNEL DO MARÃO ATRAVESSADO POR 29 MILHÕES DE VEÍCULOS EM SETE ANOS

O Túnel do Marão foi atravessado por 29 milhões de veículos em sete anos, depois da inauguração a 07 de maio de 2016, e melhorou “significativamente” a mobilidade na região de Trás-os-Montes, foi hoje divulgado.

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O Túnel do Marão foi atravessado por 29 milhões de veículos em sete anos, depois da inauguração a 07 de maio de 2016, e melhorou “significativamente” a mobilidade na região de Trás-os-Montes, foi hoje divulgado.

Com cerca de seis quilómetros de extensão, o Túnel do Marão está inserido na Autoestrada 4 (A4), entre Amarante e Vila Real, foi inaugurado a 07 de maio de 2016 e abriu ao tráfego no dia a seguir, dia 08 de maio.

A Infraestruturas de Portugal (IP), gestora da infraestrutura rodoviária, disse hoje, em comunicado enviado à agência Lusa que, em sete anos, o túnel rodoviário “já foi atravessado por mais de 29 milhões de veículos”.

Considerada “uma das maiores obras da engenharia nacional”, segundo a IP, o Túnel do Marão permitiu a conclusão da A4, que liga o Porto a Bragança, “melhorando significativamente a mobilidade na região de Trás-os-Montes”.

A empresa destacou ainda que a “conclusão desta obra permitiu diminuir os tempos de percurso entre Porto – Bragança (redução em 35 minutos) ou Lisboa — Bragança (redução em 35 minutos) e contribui significativamente para a redução da sinistralidade rodoviária”.

“Assim, em apenas quatro minutos, é possível atravessar a serra do Marão, com conforto e em segurança, nos cerca de seis quilómetros de extensão desta infraestrutura”, salientou a IP.

Este troço da A4 entrou em funcionamento depois de sete anos de obra, três paragens nos trabalhos e do resgate pelo Estado. Desde então, tornou-se no trajeto preferencial de quem viaja de e para a região de Trás-os-Montes, em alternativa ao sinuoso Itinerário Principal 4 (IP4).

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GUARDA: IPG LANÇA PROJETO IBÉRICO SOBRE ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

O Instituto Politécnico da Guarda lidera um projeto para prevenir o declínio funcional e promover o envelhecimento saudável dos idosos que vivem em regiões transfronteiriças de baixa densidade populacional em Portugal e Espanha.

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O Instituto Politécnico da Guarda lidera um projeto para prevenir o declínio funcional e promover o envelhecimento saudável dos idosos que vivem em regiões transfronteiriças de baixa densidade populacional em Portugal e Espanha.

Oprojeto ‘SER65+: ações multissectoriais integradas para o Suporte ao Envelhecimento Saudável e Resiliente’ vai testar um modelo inovador de intervenção, ao longo de seis meses, em duas centenas de idosos da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) e da Comunidade Autónoma da Extremadura (Espanha), revelou o Politécnico à agência Lusa.

Os resultados do trabalho vão determinar a sua implementação noutras regiões dos dois países.

O projeto prevê o desenvolvimento de uma aplicação móvel e de uma plataforma digital para detetar e monitorizar a perda da autonomia funcional dos mais velhos.

O “SER65+” terá a duração de três anos e um investimento total de 1,2 milhões de euros, cofinanciado em 920 mil euros pela União Europeia.

De acordo com o Instituto Politécnico da Guarda (IPG), o projeto irá aplicar, pela primeira vez nestas regiões, as metodologias do Programa de Atenção Integrada para a Pessoa Idosa (ICOPE) da Organização Mundial de Saúde.

“Será desenvolvido entre a comunidade e os profissionais de saúde, de ação social, de exercício físico, de animação sociocultural e cuidadores informais e pretende intensificar o trabalho em rede para apoiar o envelhecimento ativo e saudável dos mais velhos”.

De acordo com Carolina Vila-Chã, investigadora do IPG e coordenadora deste projeto, vai ser realizado um diagnóstico multidimensional da população, avaliando parâmetros de saúde e de qualidade de vida, e vai propor-se a criação de serviços com novos cuidados que previnam o declínio funcional.

Está previsto o envolvimento dos centros de saúde, das juntas de freguesia, associações e outras organizações dedicadas à prestação de cuidados e suporte ao idoso.

Serão realizadas sessões participativas para envolver a comunidade e a partir da informação recolhida serão criados planos de ação e estratégias de intervenção no terreno.

O “SER65+” terá como base um ecossistema digital de interação entre os profissionais de saúde e de ação social, os agentes políticos locais e regionais envolvidos na prestação de cuidados de apoio ao idoso, cuidadores informais e adultos mais velhos.

Será desenvolvida uma aplicação móvel (App) de triagem da autonomia funcional e de saúde e uma plataforma ‘online’ que vai incorporar a informação recolhida pela ‘App’ e disponibilizá-la aos atores envolvidos na prestação de apoio aos idosos.

“A ‘app’ vai disponibilizar um conjunto de testes físicos e cognitivos simples com o intuito de ajudar os cuidadores e os técnicos que estão no terreno a detetar precocemente declínios funcionais da pessoa idosa, permitindo assim uma intervenção mais atempada pelas equipas de profissionais de saúde e de assistência social”, explicou Carolina Vila-Chã.

As entidades que prestam cuidados vão também poder monitorizar a perda da autonomia funcional da população idosa e responder-lhe, de forma coordenada, através da plataforma ‘online’.

O presidente do IPG, Joaquim Brigas, sublinhou que o envelhecimento saudável é uma das áreas prioritárias em que aposta a instituição, tendo sido criadas condições internamente para que possa liderar projetos na área.

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VIANA DO CASTELO: CASO DA MORTE DE UTENTE COM “PULSEIRA VERDE” FOI ARQUIVADO

O inquérito instaurado na sequência da morte de um doente com pulseira verde no hospital de Viana do Castelo seguiu para arquivamento por proposta do instrutor que concluiu não ter ficado indiciado que o atendimento “mereça qualquer censura”.

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O inquérito instaurado na sequência da morte de um doente com pulseira verde no hospital de Viana do Castelo seguiu para arquivamento por proposta do instrutor que concluiu não ter ficado indiciado que o atendimento “mereça qualquer censura”.

“O instrutor do processo de inquérito concluiu que feita a análise crítica de todos os elementos recolhidos não ficou indiciado que o atendimento e acompanhamento do utente (…) no dia 17 de maio de 2024 mereça qualquer censura por parte de qualquer profissional hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo”, refere hoje uma nota emitida pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).

De acordo com o relatório do processo de inquérito, instaurado no dia 21 e concluído a 27 de maio, o instrutor “propôs o arquivamento dos autos, o que foi aceite e homologado pelo conselho de administração da ULSAM”.

“Assim, entende o conselho de administração da ULSAM, sem prejuízo do que possa resultar do processo judicial que corre os seus termos, que o atendimento do utente no serviço de urgência no Hospital de Santa Luzia, no passado dia 17 de maio, que infelizmente faleceu, situação que se lamenta, terá decorrido de acordo com as boas práticas clínicas e as regras das ‘legis’ ‘artis’ aplicáveis”, acrescenta a nota.

No dia 17 maio, um homem de 57 anos morreu na urgência do Hospital de Santa Luzia, cerca de sete horas depois de lhe ter sido atribuída pulseira verde na triagem, para situações menos urgentes, que podem aguardar por atendimento durante um período de 120 minutos.

Além do processo de inquérito instaurado, dia 21 de maio pela ULSAM, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) anunciou ter instaurado um processo de inspeção às circunstâncias em que ocorreu a morte do utente.

Em resposta a um pedido de esclarecimentos da agência Lusa, a IGAS adianta que o processo “tem como objeto avaliar a qualidade dos serviços prestados, na perspetiva da prontidão da assistência prestada ao utente no serviço de urgência”.

Para a IGAS, a inspeção instaurada à qualidade dos serviços prestados por despacho do Inspetor-Geral “não colide, nem prejudica, o inquérito aberto por determinação do órgão de gestão da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, E.P.E. no âmbito das suas competências próprias”.

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