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INTERNACIONAL

ZELENSKY DESTACA “PARCERIA ESTRATÉGICA” COM PORTUGAL PARA DEZ ANOS

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje em Lisboa o apoio português a Kiev contra a invasão russa e destacou a duração do acordo celebrado entre os dois países com a validade de dez anos como uma “parceria estratégia”.

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O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje em Lisboa o apoio português a Kiev contra a invasão russa e destacou a duração do acordo celebrado entre os dois países com a validade de dez anos como uma “parceria estratégia”.

Em declarações aos jornalistas após um encontro com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, Zelensky expressou gratidão pelo apoio do povo português aos ucranianos e suas famílias, afirmando que nunca será esquecido e constituirá “uma base forte para a futura relação” entre Portugal e a Ucrânia.

O acordo de cooperação e segurança hoje assinado por ocasião da visita de Zelensky a Lisboa prevê o compromisso de Portugal fornecer a Kiev apoio militar de pelo menos 126 milhões de euros este ano, incluindo contribuições financeiras e em espécie.

Neste acordo assinado em São Bento, entre o primeiro-ministro português e o Presidente ucraniano, com um horizonte de dez anos, salienta-se também que “Portugal contribuirá com apoio militar adicional para a Ucrânia, incluindo aquele a acordar no quadro da União Europeia, da NATO e de outros fora internacionais relevantes”.

INTERNACIONAL

UNESCO: A INTELIGÊNCIA ARTIFICAL PODE “DISTORCER” A HISTÓRIA DO HOLOCAUSTO

A UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura alertou esta terça-feira que a evolução da inteligência artificial pode dar origem a uma nova série de informações erradas e que neguem o Holocausto.

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A UNESCO, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura alertou esta terça-feira que a evolução da inteligência artificial pode dar origem a uma nova série de informações erradas e que neguem o Holocausto.

“Se permitirmos que os factos horríveis do Holocausto sejam diluídos, distorcidos ou falsificados através da utilização irresponsável da Inteligência Artificial, corremos o risco de uma propagação explosiva do antissemitismo e da diminuição gradual da nossa compreensão sobre as causas e as consequências dessas atrocidades”, afirmou Audrey Azoulay da UNESCO numa declaração que acompanha o relatório.

O documento publicado esta terça-feira pela UNESCO conclui que a Inteligência Artificial (IA) pode originar dados falsos e enganosos sobre o Holocausto “que se espalham na internet”, devido a falhas nos programas.

Por outro lado, a UNESCO alerta para o facto de “grupos de ódio e negacionistas do Holocausto” poderem usar intencionalmente programas de Inteligência Artificial para gerar “conteúdos que ponham falsamente em causa o assassinato de judeus e outros grupos pelos nazis” desde 1933 até ao final da Segunda Guerra Mundial em 1945.

O regime nazi alemão foi responsável pela morte de seis milhões de judeus, cidadãos de etnia cigana, prisioneiros de guerra russos, homossexuais e oposicionistas políticos, através de métodos de extermínio.

Para a agência das Nações Unidas, uma das maiores preocupações é o facto de a IA poder ser utilizada para criar os chamados “deepfakes” do Holocausto: imagens ou vídeos realistas que podem ser utilizados para sugerir que o Holocausto não aconteceu ou foi exagerado.

Segundo a UNESCO, esta situação pode levar a um maior antissemitismo e a uma falta de compreensão de um dos momentos mais dramáticos da História do século XX, a nível mundial.

O relatório refere ainda que alguns programas assistidos por IA permitem aos utilizadores interagir com figuras históricas (de forma simulada), incluindo líderes nazis como Adolf Hitler (1889-1945).

A utilização generalizada da inteligência artificial usada supostamente para ajudar na educação, na investigação e na escrita está a aumentar a probabilidade de que dados não fiáveis e “alucinações” da nova tecnologia possam provocar “mal-entendidos do público sobre o Holocausto”, mesmo que inadvertidamente.

Os programas de inteligência artificial, cuja compreensão do mundo se baseia em fontes relativamente limitadas, também podem dar respostas incompletas ou enganosas quando questionados sobre o Holocausto.

O relatório da UNESCO apela às empresas tecnológicas para que estabeleçam regras éticas para o desenvolvimento e utilização da Inteligência Artificial, de forma a reduzir as hipóteses de informação não fiável e a evitar que “maus atores” utilizem os programas informáticos para encorajar a violência e espalhar mentiras sobre o Holocausto.

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INTERNACIONAL

PORTUGAL ENTRE OS PAÍSES DA NATO QUE MENOS INVESTE NA DEFESA

Portugal vai ser o sétimo país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de um total de 32, que menos vai investir em defesa em 2024, dá conta uma estimativa feita para este ano.

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Portugal vai ser o sétimo país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), de um total de 32, que menos vai investir em defesa em 2024, dá conta uma estimativa feita para este ano.

De acordo com um relatório da NATO sobre a despesa de cada um dos Estados-membros entre 2014 e 2024, a organização político-militar estimou que Portugal invista 1,55% este ano.

No ano passado, o Governo apontou para 1,64%, mas investiu 1,48%, de acordo com a informação disponibilizada em abril deste ano.

O executivo anterior e o que iniciou funções em abril de 2024 continuam com a previsão de atingir os 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa até 2030, apesar dos sucessivos apelos feitos pelo secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, para que os Estados-membros alcancem essa meta mínima o quanto antes.

De acordo com o documento, desde 2014 que Portugal tem investido mais em defesa e nos últimos dez anos atingiu a despesa mais elevada em 2021 (1,52%), mas houve um decréscimo em 2022 (1,40%) e 2023 (1,48%).

A previsão é de que em 2024 o país invista mais do que alguma vez fez nos últimos dez anos, mas ainda abaixo dos 2% de mínimo pelo qual a Aliança Atlântica quer nivelar os Estados-membros.

A estimativa feita pela NATO aponta ainda que a Polónia deve ser o país que mais investirá em defesa este ano, com 4,12% do PIB, seguido pela Estónia (3,43%) e acima dos Estados Unidos da América (3,38%).

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