A mortalidade em Portugal diminuiu 0,1% no primeiro semestre de 2026, totalizando 62.103 óbitos, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística. O balanço do INE destaca ainda o registo de 115 mortes infantis e uma variação homóloga positiva no número total de nascimentos.
A mortalidade em Portugal registou uma descida marginal de 0,1% no primeiro semestre de 2026, totalizando 62.103 óbitos, de acordo com os indicadores demográficos publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Entre as mortes contabilizadas, 115 referem-se a crianças com idade inferior a um ano. No que respeita ao mês de junho, o número de óbitos fixou-se em 8.755, o que representa um decréscimo de 7,5% em comparação com maio e uma redução de 4,0% face ao mês homólogo do ano anterior.
No capítulo da natalidade, os dados indicam que nasceram 35.385 crianças nos primeiros cinco meses do ano, o que traduz um aumento de 1,3% em relação ao mesmo período de 2025. Contudo, em maio, registou-se uma quebra homóloga de 2,1%, com 7.221 nascimentos, apesar de o valor ser superior aos dados observados em abril. O saldo natural em maio foi de -2.213, apresentando uma ligeira melhoria face ao saldo de -2.256 verificado em maio de 2025.
Em relação à nupcialidade, os dados do INE revelam que se celebraram 3.800 casamentos no mês de maio. Este valor representa um crescimento de 67,1% face a abril de 2026, mas mantém-se 2,7% abaixo do número de matrimónios registado em maio do ano passado. Entre os nascimentos de janeiro a maio, 93 bebés eram filhos de mães residentes no estrangeiro, o que representa um decréscimo face aos 102 registados no período homólogo do ano anterior, mantendo-se a tendência de atualização de dados estatísticos.

