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A POLÍCIA AVISA: RADARES DE VELOCIDADE EM ABRIL

Quem avisa seu amigo é, veja aqui, onde e quando, vão estar as operações de controlo de velocidade da PSP.

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A Polícia de Segurança Publica tornou publica a listagem da data/hora/local onde serão realizadas operações de controlo de velocidade. A Polícia avisou, agora é consigo …

AÇORES

04-abr-19 08H00 Freguesia de São Mateus – Madalena – Ilha do Pico

10-abr-19 06H45/13H00 Av. Alberto I Príncipe do Mónaco – Ponta Delgada

15-abr-19 09H00 Estrada Regional 1-1 de Água D’Alto, Junto às praias – Vila Franca do Campo

16-abr-19 07H00/13H00 Rua da cidade – São Vicente Ferreira

22-abr-19 06H45/13H00 Av. Natália Correia – Ponta Delgada

23-abr-19 08H00 Freguesia Santa Luzia – São Roque – Ilha do Pico

23-abr-19 12H45/19H00 Eixo Sul – Ponta Delgada

29-abr-19 09H00 Estrada Regional 1-1 Ribeira Seca – Vila Franca do Campo

29-abr-19 07H00/13H00 Rua do Monte Alegre – Capelas

AVEIRO

10-abr-19 09H00 Rua da Circunvalação – Santa Maria da Feira

10-abr-19 15H00 Av. do Vale, junto entrada do parque da cidade – São joão da Madeira

11-abr-19 09H00 Av. Sá Carneiro – Ovar

11-abr-19 15H00 Estrada de Santiago- Silvalde – Espinho

17-abr-19 08H00 EN 109, ao Km 58.1 – Aveiro

17-abr-19 09H00 Av. 32 – Espinho

17-abr-19 15H00 Rua do Sobral – Ovar

18-abr-19 09H00 Av. Dr. Renato Araújo 1876 – São joão da Madeira

18-abr-19 15H00 Rua Dr. Eduardo Vaz – Santa Maria da Feira

BEJA

04-abr-19 09H00 Av. Salgueiro Maia – Beja

10-abr-19 09H00 Rua Francisco Miguel Duarte

15-abr-19 09H00 Rua Zeca Afonso – Beja

BRAGA

05-abr-19 22H00 Av. João XXI – Braga

09-abr-19 08H00 Circular de Barcelos – Viaduto do Queimado – Barcelos

11-abr-19 14H00 Variante EN 14 – V.N. de Famalicão

16-abr-19 09H00 Circular Urbana – Guimarães

17-abr-19 15H00 Variante Cávado – Braga

22-abr-19 08H00 Circular de Barcelos – Viaduto do Queimado – Barcelos

23-abr-19 08H00 Circular de Barcelos – Mc Donald’s – Barcelos

23-abr-19 09H00 Circular Urbana – Guimarães

23-abr-19 15H00 Av. António Macedo – Braga

BRAGANÇA

04-abr-19 08H00/12H00 Rua Engenheiro José Machado Vaz – Mirandela

12-abr-19 08H00/12H00 Av. Abade de Baçal – Bragança

CASTELO BRANCO

09-abr-19 16H30/18H30 Alameda Pêro da Covilhã – Covilhã

12-abr-19 08H00/12H00 Av. Dia de Portugal – Castelo Branco

18-abr-19 09H00/12H00 Av. Professor Egas Moniz – Castelo Branco

24-abr-19 16H30/18H30 Av. Infante D. Henrique – Covilhã

COIMBRA

03-abr-19 08H00 Ponte Edgar Cardoso

13-abr-19 15H00 Av. da Lousã

16-abr-19 10H00 Ponte Rainha Santa Isabel

22-abr-19 09H00 IC-2, Banhos Secos, S/N

23-abr-19 08H00 Estrada de Coimbra

ÉVORA

15-abr-19 09H00 EN 18 ao Gil – Estremoz

22-abr-19 09H00 EN 18 – Bairro do Frei Aleixo

26-abr-19 09H00 CM 1094 . Estreda do Bº de Almeirim – Évora

29-abr-19 09H00 Av. Raínha Santa Isabel – Estremoz

FARO

04-abr-19 08H30/12H30 Av. 5 de Outubro – Olhão

05-abr-19 14H00 Estrada Moinho da Palmeira – Faro

09-abr-19 09H00/12H00 Av. de Castro Marim – Vila Real de Santo António

09-abr-19 09H00/12H00 V6 – Portimão

15-abr-19 09H00/12H00 Rua da Cruz Vermelha – Tavira

22-abr-19 14H00/17H00 V6 – Portimão

30-abr-19 09H00/12H00 V2 – Portimão

GUARDA

11-abr-19 08H00 VICEG – Via de Cintura Externa da Guarda

LEIRIA

03-abr-19 14H30/17H30 Av. Comunidade Europeia – Leiria

30-abr-19 14H00/17H00 VCI – Alcobaça

LISBOA

04-abr-19 21H00/03H00 Av. Ivens – Dafundo, sentido Lisboa/Cascais

04-abr-19 21H00/00H30 Av. de Roma – Lisboa

09-abr-19 08H00/12H30 Av. Marginal

09-abr-19 14H00/17H30 Av. Marginal

10-abr-19 10H00/12H00 Av. Capitães de Abril – Mem Martins

10-abr-19 15H00/17H00 Av. Elias Garcia – Rio de Mouro

11-abr-19 14H00/18H00 EN 10, Km 125.3, sentido Sobralinho/Alhandra – Alhandra

18-abr-19 09H00/12H00 Rua Luís de Camões, Caneças (viaduto da A9)

18-abr-19 14H00/17H00 Estrada Regional 374 – Sete Casas

MADEIRA

04-abr-19 08H00 VR 1 – Km 25.5 – Caniço – Santa Cruz

04-abr-19 08H00 VE 3 Km 6.0 – Km 1 sentido sul-norte – Câmara de Lobos

08-abr-19 14H00 Estrada Monumental – Av. do Infante – Funchal

18-abr-19 08H00 Av. Mário Soares – Rua 5 de Outubro – Funchal

18-abr-19 14H00 Rua Manuel dos Passos – Machico

24-abr-19 14H00 Av. Mário Soares – Rua Dr. Pestana Júnior – Funchal

30-abr-19 08H00 Av. do Infante – Estrada da Fundoa – Funchal

30-abr-19 19H00 ER 104 Rocha Alta e VE 4 – Km 6.1 Serra de Água

PORTALEGRE

23-abr-19 08H00 Av. do Bonfim – Portalegre

29-abr-19 14H00 EN 372 – Elvas

PORTO

04-abr-19 08H00/12H00 Av. Marechal Gomes da Costa – Porto

09-abr-19 08H00/12H00 Estrada da Circunvalação – 11124 – Matosinhos

15-abr-19 20H00/24H00 Av. D. João II – Oliveira do Douro

18-abr-19 14H00/18H00 Av. Dr. Antunes Guimarães – Leça da Palmeira

23-abr-19 20H00/24H00 Estrada da Circunvalação – 11 089 – Porto

30-abr-19 14H00/18H00 Rua Ribeiro Cambado – Valongo

SANTARÉM

03-abr-19 08H00/12H00 Variante do Bom Amor – Torres Novas

04-abr-19 14H00/18H00 Rua Escola Regentes Agrícolas – Santarém

05-abr-19 08H00/12H00 Av. António Farinha Pereira – Abrantes

08-abr-19 08H00/12H00 Rua Dr. Joaquim Francisco Alves – Ourém

17-abr-19 09H00/12H00 Circular Urbana D. Luis I – Santarém

30-abr-19 08H30/12H30 Rua Eng.º Ferreira Mesquita – Entroncamento

SETUBAL

03-abr-19 14H00 Av. Escola Fuzileiros Navais – Barreiro

04-abr-19 08H30 EN 10 – Setúbal

04-abr-19 10H00 Av. Arsenal do Alfeite, sentido Corroios/Almada

05-abr-19 10H00 Av. 1.º Dezembro 1640 – Seixal

09-abr-19 09H00 Estrada da Amizade – Baixa da Banheira

17-abr-19 09H00 Circular externa – Montijo

24-abr-19 08H30 EN 10.4 – Setúbal

VIANA DO CASTELO

25-abr-19 09H00/12H00 Av. do Meio (Areosa) – Viana do Castelo

VILA REAL

03-abr-19 14H00 Av. da Unesco – Vila Real

04-abr-19 08H00 Av. Rainha Dona Mafalda – Chaves

29-abr-19 14H00 Av. da Noruega – Vila Real

30-abr-19 14H00 Av. do Tâmega – Chaves

VISEU

05-abr-19 14H00 Av. Salamanca – Viseu

06-abr-19 09H00 Av. D. Egas Miniz- Lamego

08-abr-19 14H00 Av. D. Egas Miniz- Lamego

23-abr-19 09H30 Av. Europa – Viseu

29-abr-19 14H00 Av. do Regimento Infantaria 14 – Viseu

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GERAÇÕES MAIS JOVENS MENOS “ENVOLVIDAS” COM A VIDA PROFISSIONAL – ESTUDO

Os trabalhadores das gerações mais jovens são os que sentem menos envolvimento no trabalho e os que têm entre 44 e 59 anos apresentam maior risco ao nível da saúde mental, segundo um estudo que será hoje divulgado.

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Os trabalhadores das gerações mais jovens são os que sentem menos envolvimento no trabalho e os que têm entre 44 e 59 anos apresentam maior risco ao nível da saúde mental, segundo um estudo que será hoje divulgado.

O trabalho, desenvolvido pelo Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis (LABPATS), concluiu que os profissionais mais novos, até aos 29 anos (geração Z), são os que têm a perceção mais positiva da ética e valores das organizações, do ambiente psicossocial e do compromisso com a liderança, caracterizando-a como assertiva.

Em declarações à Lusa, a coordenadora do estudo, a psicóloga Tânia Gaspar de Matos, explicou que as especificidades das diferentes gerações que convivem numa empresa estão relacionadas “com a idade, mas também com os momentos políticos e sociais onde se desenvolveram”.

Dá o exemplo das gerações intermédias (geração Y e X – dos 44 aos 59 anos), que são as que apresentam maior risco de saúde mental, para explicar que estes profissionais, “além de terem de desenvolver o seu trabalho, têm muitas vezes a cargo os filhos e, nalguns casos, também os pais”.

Por outro lado, “é uma geração que ainda lhe falta muito para a reforma”.

“De repente, foi-lhes tirada essa ideia de que as pessoas se reformavam aos 55 ou 60 anos e veem-se sobrecarregados com estes dois pontos [filhos e pais]”, afirmou a especialista, alertando: “estas gerações precisam efetivamente do maior cuidado”.

Como aspeto positivo, salientou o facto de “as pessoas, hoje em dia, darem muita atenção a estas questões” da saúde mental.

Vincando que Portugal é dos países em que os filhos ficam até mais tarde em casa dos pais, isto implica que esta geração mais nova, mas que já está a trabalhar, acaba por ter uma “menor sobrecarga” em termos financeiros.

Além disso, “têm uma atitude diferente face ao trabalho, mais flexível” e “o papel que o trabalho tem na sua vida é mais pequeno do que nas outras gerações mais velhas”, lembrou a investigadora, alertando que as empresas devem acompanhar de forma diferente estes jovens, para quem “o mais importante já não é o salário”.

“Eu tenho vários empregadores que me dizem: eu dou-lhes salário extra, dou-lhes férias pagas, telemóvel, carro e eles vão-se embora”, contou.

Estes trabalhadores “procuram outras coisas na sua vida (…) para se sentirem bem” e as empresas, se os quiserem manter, devem desenvolver políticas dirigidas às suas preocupações, que passam mais pela flexibilidade de horários, pela confiança no seu trabalho, pela autonomia e pela promoção da saúde mental, defendeu.

O estudo indica mesmo que são os profissionais das duas gerações mais novas (geração Z e Y – até aos 44 anos) que referem menos envolvimento na organização.

Já os profissionais das gerações mais velhas (geração X e baby boom – maiores de 40 anos) têm uma perceção mais positiva do envolvimento da comunidade, do teletrabalho e do ambiente físico de trabalho.

Todas as gerações concordam que as organizações têm recursos escassos para a saúde.

Relativamente ao modelo de trabalho desenvolvido, são os profissionais que estão em teletrabalho ou em situação mista que revelam melhores indicadores ao nível da ética e valores da organização, compromisso com a liderança e melhor perceção de desempenho.

Tendo em conta a dimensão da organização, as empresas mais pequenas são as que apresentam “indicadores mais positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável”.

Em relação ao setor de atividade, os profissionais que apresentam um maior índice de risco são os da administração pública, os do setor dos transportes e os profissionais de saúde.

A comparação entre organizações públicas e privadas demonstra que são os profissionais das organizações privadas que revelam indicadores mais positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável.

Quanto à localização, o estudo verificou que os profissionais das organizações localizadas na região norte revelam indicadores menos positivos ao nível do ambiente de trabalho saudável.

O LABPATS estuda a saúde e o bem-estar dos profissionais e das organizações, ajudando a definir políticas com impacto na saúde e bem-estar, desenvolvimento saudável e sustentável dos profissionais e das organizações.

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EMPRESAS: A SAÚDE MENTAL DOS TRABALHADORES É IMPORTANTE – ESTUDO

A saúde mental, a cultura das organizações, como a ética e os valores, e o compromisso com a liderança são as dimensões que revelam maior risco para um ambiente de trabalho saudável, segundo um estudo hoje divulgado.

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A saúde mental, a cultura das organizações, como a ética e os valores, e o compromisso com a liderança são as dimensões que revelam maior risco para um ambiente de trabalho saudável, segundo um estudo hoje divulgado.

Esta análise do Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis (LABPATS), que envolveu mais de 4.300 participantes, concluiu que a cultura das organizações é a dimensão que mais condiciona o ambiente de trabalho saudável, com os especialistas a sublinharem que a preocupação com o bem-estar e a saúde dos profissionais e da organização “deve estar no ‘ADN’” das empresas.

“O que temos notado é que, muitas vezes, há uma imagem externa de bem-estar, porque hoje em dia a questão do bem-estar e da saúde mental acaba por estar na moda, e as organizações, se forem questionadas, respondem que isso é algo importante (…). Mas, depois, nos planos estratégicos e na cultura passada às novas lideranças e aos novos profissionais isso não está plasmado”, explicou a coordenadora do estudo, Tânia Gaspar de Matos.

A psicóloga, fundadora do LABPATS, sublinhou: “É fundamental que efetivamente nas várias políticas [das organizações], desde a seleção de pessoas, à integração e à escolha dos próprios líderes, tudo tem de ser transmitido de forma muito clara”.

Quanto à cultura das organizações, aponta como fundamentais para o bem-estar dos profissionais a perceção de segurança e de justiça: “É importante o trabalhador sentir que está seguro e que pode participar, que pode dar a sua opinião, que tem canais claros e transparentes para isso e que tem confiança para tal, sem achar que pode ser prejudicado”.

A investigadora reconheceu que as organizações “acabam por ter muita dificuldade em implementar estas medidas, porque a maior parte anda preocupada a responder às necessidades imediatas”.

Defendendo a necessidade de as organizações terem uma visão mais estratégica do seu funcionamento, Tânia Gaspar de Matos preconiza que “deveriam ter dois tipos de líderes”: “Um que estivesse mais ligado à parte operacional do dia a dia, que é importante (…) e outro que tivesse mais uma visão estratégica, que conseguisse ter uma visão global de toda a organização e tivesse tempo para olhar para estes detalhes e fazer um plano para que a mensagem da saúde mental e do bem-estar passasse de forma clara a todos os colaboradores, com grande foco nas lideranças”.

A especialista sublinhou igualmente que, segundo os dados recolhidos, “as organizações da administração pública têm piores resultados do que as organizações privadas”.

“Há aqui uma dinâmica na administração pública que dificulta a implementação de novas medidas. Esta visão de que nós temos que parar, olhar e alterar aquilo que tem que ser alterado, há muita dificuldade [de o fazer] na administração pública”, disse.

Segundo os dados do estudo do LABPATS, apesar de ligeiramente inferior, os dados relativos à saúde mental continuam preocupantes: três em cada quatro (76%) profissionais apresentam pelo menos um sintoma de ‘burnout’ e quase metade (48%) manifesta três sintomas (exaustão, irritabilidade e tristeza).

Mais de metade dos profissionais refere que não tem as competências necessárias para gerir as situações de ‘stress’, tais como a perceção de controlo e a confiança nas suas capacidades, e mais de um terço tem comportamentos de saúde pouco saudáveis.

Quase metade (46%) não pratica exercício físico e 35% tem maus hábitos de sono. Há ainda cerca de 25% que toma medicamentos psicotrópicos.

São as mulheres que revelam um maior risco no que se refere à saúde mental. Elas são quem manifesta maior envolvimento, mas também quem se mostra menos assertivas quanto às suas necessidades.

Num ambiente de trabalho saudável, o que os profissionais mais valorizam é a autonomia, a flexibilidade (conciliação), a transparência e a existência de “lideranças próximas e justas” que valorizem o seu trabalho e promovam o desenvolvimento de carreira.

A preocupação com a saúde mental e as atividades de promoção de bem-estar e de relações interpessoais positivas entre colegas são igualmente valorizadas.

O Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis estuda de forma aprofundada e sistemática a saúde e o bem-estar dos profissionais e das organizações, contribuindo para a intervenção e definição de políticas nestas duas áreas.

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