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ALERTA: 20 CONCELHOS EM RISCO MÁXIMO DE INCÊNDIO

Quase duas dezenas de concelhos dos distritos de Castelo Branco, Guarda, Viseu, Portalegre, Santarém e Faro estão hoje em risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, que prevê vento forte nas terras altas.

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Quase duas dezenas de concelhos dos distritos de Castelo Branco, Guarda, Viseu, Portalegre, Santarém e Faro estão hoje em risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, que prevê vento forte nas terras altas.

De acordo com o IPMA, estão em risco máximo de incêndio os municípios de Tarouca (Viseu), Guarda e Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), Covilhã, Vila Velha de Ródão, Vila de Rei e Proença-a-Nova (Castelo Branco), Nisa e Gavião (Portalegre), Mação, Sardoal e Abrantes (Santarém) e Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira, Alcoutim e Castro Marim (Faro).

O IPMA colocou ainda em risco muito elevado cerca de uma centena de concelhos do interior centro e norte e da região sul e em risco elevado outros tantos municípios do interior norte e centro do país, alguns do litoral centro e toda a região do Alentejo, num dia em que se prevê vento por vezes forte nas terras altas.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Na quinta-feira, a Proteção Civil prolongou o estado especial de alerta amarelo até segunda-feira devido à continuação de condições meteorológicas favoráveis ao risco de incêndio rural e anunciou o reforço de meios e da vigilância aérea e terrestre.

Os avisos da proteção civil são, por ordem crescente de gravidade, azul, amarelo, laranja e vermelho.

A informação foi prestada aos jornalistas pelo comandante adjunto operacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil Pedro Nunes, que justificou a decisão de prolongar o estado de alerta amarelo com questões meteorológicas (vento e baixa humidade do ar) e com o facto de agosto ser o mês em que há mais afluxo de pessoas para o interior do país, o que aumenta o risco de ignições em meio rural.

Embora não se esperem temperaturas extremas até segunda-feira, prevê-se a manutenção das condições meteorológicas observadas nos últimos dias, num quadro de vento moderado a forte, quer diurno quer noturno, e humidade relativa baixa em toda a região sul do vale do Tejo e no interior norte, com especial incidência nos distritos de Castelo Branco e Guarda.

Para enfrentar estes fatores críticos, a Proteção Civil vai aumentar a vigilância aérea e terrestre, com recurso aos aviões de observação e vigilância que integram o dispositivo de combate a incêndios florestais, havendo ainda a intenção de recorrer aos ‘drones’ da Força Aérea para cumprir a missão em causa.

Na vigilância terrestre a vigilância vai ser reforçada com meios da GNR e da Força Aérea, antevendo-se mais “patrulhas espalhadas pelo território nacional”, com maior incidência no interior do país. No total, haverá um reforço de 100 efetivos.

Segundo a Proteção Civil, o estado de alerta vai vigorar nos distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro

O IPMA prevê para hoje uma pequena subida da temperatura máxima nas regiões do interior norte e centro, com os termómetros a chegarem aos 35º (Castelo Branco). Já a temperatura mínima não deverá descer abaixo dos 12º (Viseu).

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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