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ECONOMIA & FINANÇAS

APOIO PARA BOTIJA DE GÁS VAIS SER PAGO POR TRÊS MESES AOS BALCÕES DOS CTT

O apoio de 10 euros por mês para a compra de botija de gás, atribuído às famílias carenciadas, vai ser pago por um período de três meses, aos balcões dos CTT, anunciou esta terça-feira o Ministério do Ambiente.

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O apoio de 10 euros por mês para a compra de botija de gás, atribuído às famílias carenciadas, vai ser pago por um período de três meses, aos balcões dos CTT, anunciou esta terça-feira o Ministério do Ambiente.

Em comunicado, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática indica que, para terem acesso a este apoio, os consumidores terão de apresentar num balcão dos CTT uma fatura ou recibo que contenha o número de identificação fiscal (NIF) em nome do titular do contrato de eletricidade beneficiário da tarifa social.

A referida fatura/recibo ou recibo tem de ter data posterior a 1 de abril de 2022, devendo comprovar a aquisição da botija de gás.

Além desta documentação, o consumidor terá ainda de apresentar o seu cartão do cidadão, de residente ou passaporte do titular do contrato de eletricidade beneficiário da tarifa social.

Criado para mitigar o impacto da subida dos combustíveis, que se tem agravado nas últimas semanas devido à guerra na Ucrânia, este apoio consiste na atribuição de 10 euros por botija de gás e por mês, sendo o valor em causa pago por um período de três meses, até 30 de junho de 2022.

De acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), há atualmente 762.320 beneficiários da tarifa social de eletricidade.

A medida, cuja criação foi anunciada pelo primeiro-ministro, António Costa, no final de uma reunião extraordinária da Concertação social, realizada em 8 de março, é financiada através do Fundo Ambiental até ao montante máximo de quatro milhões de euros.

ECONOMIA & FINANÇAS

BANCÁRIOS CHEGAM A ACORDO PARA AUMENTOS SALARIAIS DE 3% ESTE ANO

O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) chegou a acordo com o Grupo Negociador das Instituições de Crédito (GNIC/APB), que integra várias entidades, para aumentos de 3% este ano, segundo um comunicado.

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O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) chegou a acordo com o Grupo Negociador das Instituições de Crédito (GNIC/APB), que integra várias entidades, para aumentos de 3% este ano, segundo um comunicado.

Na nota, hoje divulgada, a estrutura sindical disse que “na sequência da reunião realizada nesta segunda-feira, 27 de maio, os sócios cujas Instituições de Crédito são representadas pelo GNIC/APB (nomeadamente, Bankinter, BBVA, BPI, Credibom, Haitong, novobanco e Santander) terão aumentos de 3%”, com retroativos a janeiro de 2024, “para as tabelas salariais, pensões de reforma e de sobrevivência, bem como das demais cláusulas com expressão pecuniária”.

O sindicato considera que “após um crescendo de intervenção por parte do SNQTB e dos seus sócios, que culminou com a manifestação da passada quarta-feira durante a Assembleia Geral do BCP”, o GNIC/APB “acabou por vir ao encontro das posições” da estrutura.

O SNQTB lembrou que “as negociações estavam bloqueadas desde março, com o GNIC/APB a propor um aumento de apenas 2,5%, valor que era inaceitável para o SNQTB”, considerando que o acordo hoje alcançado demonstra que a sua proposta “era perfeitamente razoável e comportável”.

Depois de encerrado este processo, o “SNQTB vai continuar a atuar nas restantes mesas negociais (BCP, Montepio, CCAM, entre outras) para salvaguardar os interesses de todos os bancários, ativos e reformados”, assegurou.

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ECONOMIA & FINANÇAS

APOIO A INQUILINOS COM CONTRATO ALTERADO QUE SE MANTENHAM NA MESMA CASA

O Conselho de Ministros aprovou hoje uma mudança no apoio às rendas para que as pessoas que perderam este subsídio, por ter havido alteração ao contrato, possam voltar a recebê-lo, anunciou o ministro da Presidência, Leitão Amaro.

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O Conselho de Ministros aprovou hoje uma mudança no apoio às rendas para que as pessoas que perderam este subsídio, por ter havido alteração ao contrato, possam voltar a recebê-lo, anunciou o ministro da Presidência, Leitão Amaro.

Em causa está o cumprimento de uma das medidas previstas na nova estratégia para a habitação, aprovada pelo Governo no início de maio, em que se permite recuperar para o apoio extraordinário às rendas as pessoas que tinham um contrato anterior a 15 de março de 2023 e que o perderam por ter havido uma alteração e esta ter sido classificada como sendo um novo contrato de arrendamento.

“O que dizemos é que se havia um contrato antes de 15 março de 2023 e se [este se] mantém entre as mesmas partes e no mesmo imóvel, faz-se esta equiparação e permite-se corrigir esta iniquidade”, afirmou o ministro.

Desta forma, mantendo-se as partes e o imóvel, o inquilino que teve o apoio vai voltar a recebê-lo mesmo que tenha havido uma alteração, renovação ou substituição do contrato existente antes de 15 de março de 2023, desde que a pessoa mantenha os requisitos como ter uma taxa de esforço com o pagamento da renda superior a 35%.

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