Ligue-se a nós

REGIÕES

BRAGANÇA: A CIDADE QUE SE QUER AFIRMAR COMO A ‘CAPITAL DA CASTANHA’

Centenas de ciclistas vão pedalar pelos soutos de Bragança numa maratona ibérica integrada na feira que celebra a castanha e as principais atividades económicas do concelho transmontano, entre 31 de outubro e 03 de novembro.

Online há

em

Centenas de ciclistas vão pedalar pelos soutos de Bragança numa maratona ibérica integrada na feira que celebra a castanha e as principais atividades económicas do concelho transmontano, entre 31 de outubro e 03 de novembro.

A natureza e desporto preenchem parte do programa Feira Internacional do Norte – Norcaça, Norpesca & Norcastanha, apresentado hoje pela Câmara de Bragança, com destaque para a prova/passeio de BTT que contabiliza “450 inscritos a duas semanas do encerramento das inscrições”.

A Maratona Ibérica da Castanha proporciona um percurso mais curto de 35 quilómetros e um longo de 60 quilómetros com “passagens por algumas das mais míticas aldeias de Bragança, numa incursão por entre soutos e caminhos rurais”, e decorre no último dia da feira, a 03 de novembro.

O certame, que há 18 anos promove a castanha, caça e pesca, abre a 31 de outubro no Centro Empresarial de Bragança e envolve mais de 50 entidades em torno dos produtos mais importantes da economia do concelho, com destaque para a castanha.

“De notar que somos responsáveis por 85% da produção nacional de castanha. Desta produção, 70 a 80% destina-se a mercados externos. É um produto que representa um valor económico de 100 milhões de euros para a região e, naturalmente, com muita importância para o concelho”, realçou o presidente da Câmara, Hernâni Dias.

O presidente da autarquia, Hernani Dias, quer afirmar Bragança como “a Capital da Castanha” e esta feira “tem como objetivo promover, a nível nacional e internacional, não só este recurso tão valioso, mas também a caça e a pesca, dois setores com dimensão considerável na economia” local.

A par da promoção, a feira tem também como objetivo reunir, em Bragança, agentes do setor para que seja possível refletir sobre o futuro sustentável desta economia.

No dia de abertura da feira vai decorrer o XII Fórum Internacional dos Países Produtores de Castanha e no programa consta ainda o seminário Norcaça/Norpesca, que abordará temas como “A Prevenção da Peste Suína Africana e a Gestão da Caça Maior na Região Transmontana” e “Zonas de Pesca Lúdica do NE de Portugal: da Experiência Adquirida aos Desafios Futuros”.

Ao longo de quatro dias estão programados também exposições e concursos como os nacionais de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana e da Cabra Preta de Montesinho.

Nas iniciativas vocacionadas para a promoção da caça e da pesca há provas de caça prática, demonstrações de pesca, montaria ao javali, largada de perdizes e faisões, convívio de pesca de margem, provas de Santo Huberto e exposição de fauna viva de espécies cinegéticas.

Um passeio micológico à procura de cogumelos é outra das propostas aos visitantes que vão poder assistir no espaço da feira a demonstrações gastronómicas com chefes de cozinha.

Os restaurantes locais associam-se ao evento com uma semana gastronómica, entre 25 de outubro e 03 de novembro, em que as ementas privilegiam os pratos confecionados com castanha, caça e pesca.

Os mais novos também não foram esquecidos com um espaço de Animação Infantil e vigilância permanente, assim como uma sessão de leitura de histórias com o “Ouriço de Contos”.

REGIÕES

CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

Online há

em

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

LER MAIS

REGIÕES

COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

Online há

em

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

LER MAIS

MAIS LIDAS