Ligue-se a nós

REGIÕES

CHAVES: IBERDROLA AVANÇA COM EXPROPRIAÇÕES PARA CONCLUSÃO DE BARRAGENS

A Iberdrola espera resolver as expropriações de terrenos no concelho de Chaves o mais rápido possível para avançar com as obras de criação de acessos devido à construção da barragem do Alto Tâmega, foi hoje anunciado.

Online há

em

A Iberdrola espera resolver as expropriações de terrenos no concelho de Chaves o mais rápido possível para avançar com as obras de criação de acessos devido à construção da barragem do Alto Tâmega, foi hoje anunciado.

Esta barragem integra o Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), considerado um dos maiores projetos hidroelétricos realizados na Europa nos últimos 25 anos, contemplando a construção de mais duas barragens (Daivões e Gouvães), num investimento de 1.500 milhões de euros e a criação de 13.500 empregos diretos e indiretos.

“A declaração de utilidade pública (DUP) solicitada há mais de um ano só agora foi publicada e por isso é que estamos a avançar com as expropriações nesta região”, explicou Sara Hoya, no final de uma sessão de esclarecimentos em Arcossó, no concelho de Chaves, distrito de Vila Real.

A empresa elétrica espanhola procura resolver as expropriações com a população afetada em Arcossó, na União de Freguesias de Vidago, para poder avançar com as obras dos novos acessos antes do enchimento da albufeira da barragem do Alto Tâmega.

“Estávamos à espera da saída da DUP para avançar com as obras para a reposição de acessos, pois a fase de enchimento da albufeira será mais para a frente”, referiu Sara Hoya.

Perante as cartas que a população de Arcossó começou a receber e face às dúvidas, a sessão de esclarecimento, na sede da antiga Junta de Freguesia de Arcossó, teve sala cheia, com mais de meia centena de habitantes a marcarem presença.

A população questionou o valor atribuído aos terrenos, alguns erros na identificação dos mesmos, a não receção de cartas para a expropriação ou a não-discriminação na missiva recebida do valor atribuído pelo perito às benfeitorias do terreno, sendo apenas apresentado um valor global.

Durante a sessão, os responsáveis da empresa explicaram que quem não concordar com o valor atribuído aos terrenos a expropriar pode recorrer à Justiça, que tem uma fase de reavaliação, de arbitragem e, posteriormente, uma decisão via tribunal.

Aos presentes foi dito que o valor atribuído à área a expropriar não é definido pela Iberdrola, mas por um perito com isenção para não defender qualquer parte interessada.

“As pessoas recebem as cartas com os dados que pede expressamente a lei das expropriações e agora estamos a fazer estas sessões de atendimento presencial, e as cartas enviadas têm contacto de telemóvel e uma morada, para podermos dar toda a informação”, acrescentou Sara Hoya.

A responsável ambiental do SET realçou ainda que nos processos de expropriações anteriores “poucos casos chegaram a tribunal”.

Na terça-feira irá decorrer novamente em Arcossó, no mesmo local, outra sessão, agora com um técnico a marcar presença entre as 09:30 e as 17:00, para continuar a esclarecer dúvidas das pessoas afetadas e que já receberam cartas para a expropriação dos seus terrenos.

Atualmente, segundo a Iberdrola, trabalham no SET cerca de 1.800 pessoas, das quais perto de 370 são dos municípios da região.

REGIÕES

CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

Online há

em

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

LER MAIS

REGIÕES

COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

Online há

em

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

LER MAIS

MAIS LIDAS