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CINEMA E DESPORTO: UMA UNIÃO DE SUCESSO

O desporto é uma máquina de histórias, algumas épicas, outras autênticas tragédias gregas. As lendas que nascem no relvado e nos campos pelo mundo fora ocupam um lugar especial no coração dos adeptos. No entanto, é quando o cinema entra nesta equação que os contos desportivos se tornam histórias eternas.

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O desporto é uma máquina de histórias, algumas épicas, outras autênticas tragédias gregas. As lendas que nascem no relvado e nos campos pelo mundo fora ocupam um lugar especial no coração dos adeptos. No entanto, é quando o cinema entra nesta equação que os contos desportivos se tornam histórias eternas.

A indústria do cinema é por excelência o canal de difusão de grandes histórias. Os realizadores estão sempre a criar e procurar histórias dignas de um filme.

O desporto tem tudo o que o cinema gosta. Se existe um segmento que pode oferecer narrativas envolventes, é este. A união de cinema e desporto é uma das mais sólidas e bem-sucedidas. Grandes relatos do universo desportivo ganharam os ecrãs e comoveram os espetadores, mesmo aqueles que não tinham nenhum conhecimento sobre a modalidade. Neste artigo, visitaremos os filmes e desportos de sucesso nos grandes ecrãs.

UMA HISTÓRIA QUASE PERFEITA

A NFL, liga de futebol americano, é uma das modalidades mais celebradas dos Estados Unidos. A cada época, milhões de adeptos seguem todas as partidas até à chegada do tão esperado Super Bowl, a grande final da competição.

Por si só, cada época traz consigo diversas histórias, que são bem exploradas na série Quarterback, uma parceria da NFL com a Netflix. Nesta série documental, três jogadores da posição “nobre” do futebol americano — o quarterback — revelam a sua rotina e como dividem o tempo entre os treinos, jogos, viagens e, claro, a família.

Já pelos lados dos cinemas, um dos filmes mais espetaculares sobre a NFL conta a comovente história de Michael Oher, que com o apoio de uma família branca conseguiu alcançar o sonho de se tornar num jogador profissional. O filme rendeu um Óscar de Melhor Atriz para Sandra Bullock, que interpreta a matriarca da família.

Tudo parece perfeito no filme. No entanto, recentemente, o protagonista da história revelou que a família Tuohy não o adotou, conforme contado no filme, apenas foram os seus representantes legais, lucrando muito com a história de superação.

O DRIBLE ENCARNADO

O mundo do futebol é outro campo cheio de histórias lendárias. A mais recente foi escrita no Qatar, quando Lionel Messi, o melhor jogador argentino de todos os tempos e um dos melhores da história, conseguiu — finalmente — alcançar o sucesso com a seleção argentina. Este caso ainda não virou filme, já a história de Eusébio, a estrela portuguesa, foi contada em Ruth: A Pérola do Índico.

Nos anos 60, o desporto-rei ouvia pela primeira vez um nome que terminaria eternizado na modalidade: Eusébio. O jovem promissor fazia muito sucesso nos relvados e o Sporting já tinha tudo acertado para contar com este talento no seu plantel. Contudo, o Benfica entrou em cena e, com um drible desconcertante, deixou os Leões a ver navios e trouxe aquele que se tornaria o maior jogador da história da equipa encarnada.

O filme tem a transferência de Eusébio como centro da história. No entanto, é também um relato histórico do período ditatorial em Portugal e em como a sociedade portuguesa e todos os aspetos da vida eram afetados pelo regime autoritário.

MENTE FRIA, CORAÇÃO QUENTE

Para além das modalidades físicas, onde o suor e o esforço são as estrelas, o cinema também encontra nos desportos mentais um mundo de referências e inspiração para criar filmes que apostam no luxo dos casinos e na tensão das mesas de jogos.

Uma das modalidades mais celebradas nos ecrãs é o blackjack, também conhecido como “vinte e um”. Ao impor uma dinâmica desafiante, na qual o jogador deve vencer o croupier, o jogo oferece por si uma história “perfeita”.

O blackjack nasceu e cresceu num mundo sem internet, no entanto, a modalidade continua a crescer, agora no mundo online. Apoiado em plataformas especializadas, o jogo viu o número de praticantes aumentar e também ganhou novos modos de jogo, todos perfeitamente adaptados ao novo contexto digital.

Nos grandes ecrãs, a modalidade aparece como plano de fundo para diversas histórias, além de ter um lugar especial na saga de James Bond, o agente secreto mais conhecido do planeta. No entanto, o jogo tem destaque noutro grande filme, Rain Man – Encontro de Irmãos.

A história conta a divisão de uma herança, enquanto Charlie Babbit (Tom Cruise) recebeu uma rosa, Raymond Babbit (Dustin Hoffman) recebeu toda a fortuna. Com isto, Babbit também descobre que tem um irmão perdido. O plano de Charlie era simples, encontrar o irmão e dividir a herança.

Tudo muda quando Charlie descobre que Raymond é um autista com altas capacidades. Uma das cenas mais destacadas da produção envolve blackjack. Charlie tem um problema e Raymond, com as suas habilidades, consegue salvar o irmão, vencendo numa mesa do famoso jogo de cartas.

A produção venceu diversos prémios Óscares, entre eles, o de Melhor Filme; Dustin Hoffman ficou com a estatueta de Melhor Ator; Barry Levinson a de Melhor Realizador e Melhor Guião Original.

Com efeito, estas são então algumas das histórias que mostram que a parceria entre o cinema e o desporto é feita de sucessos, tanto nos sets de filmagem, como no relvado.

Ao terem histórias de superação e utilizarem as modalidades como combustível da história, os realizadores conseguem retirar o melhor de cada narrativa desportiva e emocionar a audiência.

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METADE DOS PORTUGUESES PRATICAM DESPORTO MAS SÓ UM TERÇO COM REGULARIDADE

Metade da população portuguesa entre os 18 e os 69 anos praticou exercício físico no último ano, mas pouco mais de um terço o fez regularmente, divulgou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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Metade da população portuguesa entre os 18 e os 69 anos praticou exercício físico no último ano, mas pouco mais de um terço o fez regularmente, divulgou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados de 2022 indicam que 45,2% da população naquela faixa etária praticou atividade desportiva.

“A falta de tempo e não gostar de praticar atividade desportiva ou exercício físico foram as principais razões referidas pelos não praticantes (por 42,5% e 27,3%, respetivamente)”, destacou o INE.

A prática de atividade desportiva ou de exercício físico de modo regular (cinco ou mais vezes por semana) ou com alguma regularidade (uma a quatro vezes) foi indicada “apenas por 35,7% e 36,2% dos inquiridos”.

Em 2023, o emprego desportivo abrangeu 45.600 pessoas, mais 5,6% do que em 2022, segundo a mesma fonte.

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador nas atividades do setor foi de 1.461 euros, “destacando-se as atividades dos clubes desportivos, com a maior remuneração bruta total mensal média (2.713 euros) e o ensino desportivo e recreativo, com o menor valor (931 euros)”, explicou o INE, referindo que este número ficou abaixo da média total da economia (1.505 euros), embora com um crescimento anual maior (6,9% vs. 6,6%) e superior à taxa de inflação (4,3%).

Em 2022, existiam 16.441 empresas do setor desportivo (mais 14,9% do que em 2021), que geraram 2,9 mil milhões de euros de volume de negócios (mais 47,1%) e um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 1.070 milhões de euros (mais 46,1%).

De acordo com o INE, o financiamento das câmaras municipais às atividades e equipamentos desportivos, em 2022, foi de 367,7 milhões de euros (mais 13,7% do que no ano anterior). No mesmo ano, o financiamento do Instituto Português do Desporto e Juventude às Federações desportivas foi 44,1 milhões de euros (mais 7,7% do que em 2021).

Em 2022, estavam inscritos nas federações desportivas 686.200 praticantes (mais 41,8% do que no ano anterior), estando os homens em maioria (69,1%).

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CRIANÇAS QUE MAIS USAM SMARTPHONES COM PIOR DESENVOLVIMENTO DE LINGUAGEM – ESTUDO

Investigadores da Universidade de Aveiro concluíram que quanto maior é o tempo de utilização de dispositivos digitais por crianças em idade pré-escolar, piores são os resultados no desenvolvimento da linguagem, foi hoje revelado.

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Investigadores da Universidade de Aveiro concluíram que quanto maior é o tempo de utilização de dispositivos digitais por crianças em idade pré-escolar, piores são os resultados no desenvolvimento da linguagem, foi hoje revelado.

Em comunicado, a Universidade de Aveiro esclarece que a investigação, publicada na revista CoDAS, envolveu 93 famílias portuguesas, com crianças com uma média de idades entre os 4 e 5 anos.

A investigação, desenvolvida por Maria Inês Gomes, Marisa Lousada e Daniela Figueiredo, do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS.UA@RISE), procurou analisar a relação entre a utilização de dispositivos digitais, as dinâmicas familiares e o desenvolvimento da linguagem em crianças.

Citada no comunicado, Daniela Figueiredo destaca que os principais resultados do estudo mostram que “a maioria das famílias tem um funcionamento familiar equilibrado e que, em média, as crianças apresentam um desenvolvimento normal da linguagem”.

No entanto, em famílias em que foi observada “menor coesão, flexibilidade e satisfação familiar, há um aumento do tempo de utilização do ‘smartphone’ ou do ‘tablet’ por parte das crianças”.

“Quanto maior é o tempo de utilização de ‘smartphone’, ‘tablet’ e/ou computador por parte das crianças, os resultados em termos de desenvolvimento de linguagem, avaliados por provas de expressão verbal oral e compreensão auditiva, também foram piores”, refere a investigadora.

A investigação mostrou também existir “uma associação muito significativa” entre o tempo de utilização de dispositivos digitais por parte dos pais fora do horário de trabalho e o tempo de uso destes ecrãs pelas crianças.

“A mais tempo de horas de utilização de ‘smartphones’ e ‘tablets’ por parte dos pais, se associa também mais tempo de uso destes dispositivos por parte das crianças, durante a semana e ao fim de semana”, acrescenta.

O estudo aponta assim para o impacto da utilização dos dispositivos e o papel do funcionamento familiar no desenvolvimento da linguagem das crianças em idade pré-escolar.

“Os resultados mostram que uma utilização mais excessiva destes dispositivos pode estar associada a dimensões menos equilibradas do sistema familiar e comprometer o desenvolvimento da linguagem”, avisa Daniela Figueiredo.

Para as investigadoras, uma utilização moderada dos ecrãs, até um máximo de uma hora por dia até aos cinco anos, como recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e um ambiente familiar saudável, “são fundamentais para promover um desenvolvimento linguístico adequado das crianças”.

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