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CIÊNCIA & TECNOLOGIA

NOS LANÇA SERVIÇO #ESTUDOEMCASA NA TELEVISÃO EM PARCERIA COM RTP

A NOS anunciou hoje o serviço #EstudoEmCasa, projeto de ensino à distância emitido na RTP Memória, que agrega todas as emissões do programa, em parceria com a RTP, as quais poderão ser consultadas a qualquer hora do dia.

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A NOS anunciou hoje o serviço #EstudoEmCasa, projeto de ensino à distância emitido na RTP Memória, que agrega todas as emissões do programa, em parceria com a RTP, as quais poderão ser consultadas a qualquer hora do dia.

“Consciente do esforço de adaptação a esta nova realidade de ensino, a NOS desenvolveu um serviço que agrega todas as emissões do programa, organizadas por ano letivo e, em cada ano, por disciplina”, sendo que “o objetivo passa por facilitar revisões da matéria e permitir uma rápida visualização e recuperação das emissões a qualquer hora do dia, com flexibilidade de horários”, refere a operadora de telecomunicações.

O #EstudoEmCasa é emitido na RTP Memória desde 20 de abril e destina-se a alunos do 1.º ao 3.º ciclos, numa parceria entre a RTP e o Ministério da Educação, no âmbito das medidas de mitigação à propagação da pandemia de covid-19.

O serviço que a NOS agora disponibiliza “é totalmente gratuito, não requer acesso à Internet, nem qualquer subscrição”, refere a operadora de telecomunicações.

A partir desta tarde, os clientes da plataforma da NOS poderão aceder às emissões do #EstudoEmCasa, desde o arranque do projeto, na RTP Memória.

“A partir de 04 de maio, será, ainda, possível encontrar os materiais no videoclube da NOS”, sendo que os conteúdos “serão atualizados diariamente, mediante a disponibilização dos mesmos por parte da RTP”, adianta a NOS.

“A NOS, enquanto operador líder de telecomunicações e entretenimento em Portugal, está comprometida em colocar à disposição dos seus clientes soluções para facilitar o dia-a-dia, nomeadamente o das famílias com crianças e jovens em idade escolar”, afirma o diretor de conteúdos da NOS, João Diogo Ferreira, citado em comunicado.

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NASA: SONDA COLIDE COM ASTEROIDE PARA ALTERAR A SUA TRAJETÓRIA (VÍDEO)

A sonda da NASA Double Asteroid Redirection Test (DART) colidiu hoje com “sucesso” com o asteroide Dimorphos, naquele que foi primeiro teste da humanidade para defender a Terra de futuros objetos espaciais.

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A sonda da NASA Double Asteroid Redirection Test (DART) colidiu hoje com “sucesso” com o asteroide Dimorphos, naquele que foi primeiro teste da humanidade para defender a Terra de futuros objetos espaciais.

O choque ocorreu às 19h14, hora local na Costa Este dos Estados Unidos (00h14, em Lisboa), a 9,6 milhões de quilómetros de distância, com a DART a embater na rocha espacial – a lua de um sistema binário – a 22.500 quilómetros por hora.

Sublinhe-se que o sistema binário é composto pelo asteroide Didymos, com aproximadamente 780 metros de diâmetro, e Dimorphos, a lua que o orbita, com um tamanho aproximado de 160 metros – pouco mais do que um campo de futebol.

Os cientistas aguardavam que o impacto abrisse uma cratera, fizesse lixo com os sedimentos e alterasse a órbita do asteroide – um método que imita o guião do filme de catástrofe ‘Armaggedon’, de 1998.

Embora pudesse ter sido visto na transmissão em direto da NASA, nas redes sociais, os cientistas vão ter de esperar dias ou até semanas para ver ser a sonda não tripulada conseguiu alterar ligeiramente a órbita do asteroide.

A missão de 325 milhões de dólares (cerca de 338 milhões de euros) foi a primeira tentativa de mudar a posição de um asteroide ou qualquer outro objeto natural do espaço.

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UNIVERSIDADE DE COIMBRA: UM MILHÃO DE EUROS PARA ESTUDOS NA ÁREA DA SAÚDE

Duas investigadoras da Universidade de Coimbra conquistaram um financiamento de cerca de um milhão de euros para desenvolverem dois projetos de investigação nos domínios das infeções gastrointestinais e das neurociências, anunciou hoje aquela instituição de ensino superior.

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Duas investigadoras da Universidade de Coimbra conquistaram um financiamento de cerca de um milhão de euros para desenvolverem dois projetos de investigação nos domínios das infeções gastrointestinais e das neurociências, anunciou hoje aquela instituição de ensino superior.

De acordo com a Universidade de Coimbra (UC), o financiamento para as investigadoras do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC-UC) e do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento (MIA-Portugal) é proveniente da Fundação “la Caixa”.

Os dois projetos de investigação, que “pretendem vir a ter impacto nos domínios das infeções gastrointestinais e das neurociências”, foram escolhidos entre as 546 propostas apresentadas ao concurso CaixaResearch de Investigação em Saúde 2022.

Trata-se de um programa de financiamento que tem por objetivo “apoiar iniciativas de excelência científica com elevado potencial e impacto social, tanto em investigação de base e clínica, como translacional e de inovação”.

Para o projeto coordenado pela investigadora do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra Manuela Ferreira foram alocados cerca de 410 mil euros.

Intitulado “Qual a influência da dieta no sistema imunitário durante os primeiros anos de vida?”, este projeto visa estudar os linfócitos T, um tipo de células imunitárias que se encontram no epitélio intestinal (o revestimento do intestino) e que são conhecidas por atuarem como primeira linha de defesa imunitária.

“A investigação vai centrar-se no papel de retinoides (moléculas presentes na dieta e quimicamente relacionadas com a vitamina A) nos linfócitos T e determinar a sua função no intestino durante os primeiros anos de vida”, informou.

Para a investigadora Manuela Ferreira, “existe grande urgência em compreender melhor o funcionamento do intestino e a relação que se estabelece entre o sistema imunitário e os alimentos ingeridos”.

O novo projeto pretende vir a “facilitar o desenvolvimento de novas estratégias preventivas, possíveis alvos terapêuticos e ainda tratamentos eficazes contra as infeções gastrointestinais”.

Já para o projeto coordenado pela investigadora do Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento da Universidade de Coimbra Ira Milosevic foram alocados 495 mil euros.

Intitulado “Rumo a uma melhor compreensão da disfunção da sinapse”, o projeto vai estudar como é que os neurónios deixam de comunicar corretamente uns com os outros e como isso pode estar na base da neurodegeneração que ocorre no envelhecimento e em doenças neurodegenerativas.

Pretende estudar “com detalhe a comunicação entre neurónios, na sinapse, com especial foco nos endossomas”, contribuindo assim para “se conhecer melhor os processos que ocorrem na sinapse, que são relevantes no envelhecimento do cérebro e com impacto nas doenças neurodegenerativas”.

“Pode vir a resultar no desenvolvimento de abordagens terapêuticas inovadoras”, evidenciou a investigadora.

A vice-reitora da Universidade de Coimbra para a Investigação, Cláudia Cavadas, considerou que estes dois projetos “constituem mais uma demonstração da elevada qualidade e relevância da investigação fundamental na área das neurociências, envelhecimento e ciências biomédicas desenvolvida na Universidade de Coimbra”.

“Vem ainda reforçar a área estratégica da saúde”, concluiu.

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NOVOS SATÉLITES VÃO PERMITIR MAIOR E MELHOR PREVISÃO DO CLIMA

A Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos anunciou hoje o lançamento, no final do ano, de uma nova geração que melhorará e acelerará o envio de dados a meteorologistas de toda a Europa sobre acontecimentos climáticos graves.

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A Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos anunciou hoje o lançamento, no final do ano, de uma nova geração que melhorará e acelerará o envio de dados a meteorologistas de toda a Europa sobre acontecimentos climáticos graves.

Com este equipamento será possível prevenir melhor o impacto dos fenómenos climáticos extremos.

O diretor-geral do organismo (Eumetsat), Phil Evans, destacou durante a apresentação do novo sistema, batizado de “Meteosat de terceira geração”, o caráter “revolucionário” destes satélites, que poderão “proporcionar dados de maior qualidade, em maior resolução e mais detalhados das nuvens, e de forma mais frequente do que podia fazer-se até agora”.

Em concreto, explicou, os serviços meteorológicos europeus chegarão a receber 30 vezes mais informação, com mais qualidade e a um ritmo de uma atualização a cada dois minutos e meio, mais de quatro vezes mais rápido do que agora.

Os novos satélites contam com características como um detetor de raios na atmosfera, que comprova “nuvem a nuvem” e, entre outras funções, “permitirá aos meteorologistas europeus vigiar pela primera vez o ciclo completo de vida de uma tempestade: desde a instabilidade inicial na atmosfera, antes de se formarem sequer as nuvens, até aos raios”.

Esta nova generação de satélites ajudará os serviços meteorológicos a dispor da informação que necessitam para “prever de forma precisa e rápida eventos meteorológicos severos em desenvolvimento, para ajudar a manter a salvo as suas comunidades e proteger e impulsionar a economia”.

Além dos satélites de imagem, será colocado em órbita um segundo tipo de aparelho que permite captar imagens da atmosfera em três dimensões, para localizar as áreas onde há instabilidade e,portanto, maior probabilidade de se formar uma tempestade, assim como a sua evolução, crescimento e onde vai ser mais intensa.

“Devido ao facto de a mudança climática estar a aumentar tanto a frequência como o impacto destes eventos climáticos severos, compreende-se a importância da previsão do tempo, tanto agora como no futuro”, sublinhou Evans, que apontou o desastre causado pelas inundações no centro da Europa no verão de 2021, com mais de 180 mortos.

O sistema procura precisamente reduzir o impacto económico dos fenómenos meteorológicos graves, que causaram perdas económicas de 520.000 milhões de euros no Espaço Económico Europeu nos últimos 40 anos, calcula a Agência Europeia do Meio Ambiente.

O primeiro satélite do sistema, que proporcionará imagens de maior resolução e mais precisas da Europa e de África a cada 10 minutos, será lançado em finais do ano, enquanto o terceiro dos satélites da constelação entrará em órbita e estará operacional por volta de 2026.

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COIMBRA: UNIVERSIDADE PROCURA VOLUNTÁRIOS PARA ESTUDO SOBRE ENVELHECIMENTO

Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) procura voluntários para estudar o impacto do envelhecimento no cérebro. A manifestação de interesse para participar na investigação pode decorrer até ao final do ano.

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) procura voluntários para estudar o impacto do envelhecimento no cérebro. A manifestação de interesse para participar na investigação pode decorrer até ao final do ano.

O estudo visa desvendar os processos cerebrais que explicam as mudanças no processo de tomada de decisão associadas ao envelhecimento, informou a UC, numa nota de imprensa enviada à agência Lusa.

“A investigação pode contribuir para um conhecimento mais detalhado do declínio cognitivo associado à idade, assim como para o desvendar dos mecanismos que levam ao desenvolvimento de doenças cerebrais degenerativas como a doença de Alzheimer”.

Podem participar nesta investigação voluntários da região de Coimbra, com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos e entre os 50 e os 70 anos.

Sobre o processo de participação no estudo, a coordenadora, investigadora da Faculdade de Medicina (FMUC) e do Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional (CIBIT) do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) da Universidade de Coimbra, Maria Ribeiro, esclareceu que “as alterações cerebrais associadas à tomada de decisão vão ser localizadas usando imagens cerebrais adquiridas por ressonância magnética, que permitem estudar a estrutura e função do cérebro de forma não-invasiva”.

“No dia a dia, somos constantemente encarados com a necessidade de tomarmos decisões. No entanto, o modo pelo qual ajustamos este processo ao contexto é afetado pelo envelhecimento”, explicou a investigadora da UC.

Maria Ribeiro salientou ainda que, “em particular, o envelhecimento afeta a maneira como a incerteza modula a tomada de decisão, levando a défices que podem ter consequências trágicas, como quando, por exemplo, o indivíduo, ao decidir atravessar a rua, não tem em consideração a incerteza associada à sua decisão”.

Para participar no estudo, não são consideradas pessoas com doença neurológica ou psiquiátrica, traumatismo craniano ou consumo atual de substâncias psicoativas (como, por exemplo, ansiolíticos, antidepressivos, antipsicóticos ou betabloqueadores).

Para participar ou pedir esclarecimentos deve-se contactar o número 915 234 593, o endereço eletrónico mjribeiro@fmed.uc.pt ou ‘site’ https://voluntarios.cibit.uc.pt/.

A investigação conta também com o envolvimento do investigador da FMUC e do CIBIT/ICNAS, Miguel Castelo-Branco, e é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

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