Ligue-se a nós

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

NOS LANÇA SERVIÇO #ESTUDOEMCASA NA TELEVISÃO EM PARCERIA COM RTP

A NOS anunciou hoje o serviço #EstudoEmCasa, projeto de ensino à distância emitido na RTP Memória, que agrega todas as emissões do programa, em parceria com a RTP, as quais poderão ser consultadas a qualquer hora do dia.

Online há

em

A NOS anunciou hoje o serviço #EstudoEmCasa, projeto de ensino à distância emitido na RTP Memória, que agrega todas as emissões do programa, em parceria com a RTP, as quais poderão ser consultadas a qualquer hora do dia.

“Consciente do esforço de adaptação a esta nova realidade de ensino, a NOS desenvolveu um serviço que agrega todas as emissões do programa, organizadas por ano letivo e, em cada ano, por disciplina”, sendo que “o objetivo passa por facilitar revisões da matéria e permitir uma rápida visualização e recuperação das emissões a qualquer hora do dia, com flexibilidade de horários”, refere a operadora de telecomunicações.

O #EstudoEmCasa é emitido na RTP Memória desde 20 de abril e destina-se a alunos do 1.º ao 3.º ciclos, numa parceria entre a RTP e o Ministério da Educação, no âmbito das medidas de mitigação à propagação da pandemia de covid-19.

O serviço que a NOS agora disponibiliza “é totalmente gratuito, não requer acesso à Internet, nem qualquer subscrição”, refere a operadora de telecomunicações.

A partir desta tarde, os clientes da plataforma da NOS poderão aceder às emissões do #EstudoEmCasa, desde o arranque do projeto, na RTP Memória.

“A partir de 04 de maio, será, ainda, possível encontrar os materiais no videoclube da NOS”, sendo que os conteúdos “serão atualizados diariamente, mediante a disponibilização dos mesmos por parte da RTP”, adianta a NOS.

“A NOS, enquanto operador líder de telecomunicações e entretenimento em Portugal, está comprometida em colocar à disposição dos seus clientes soluções para facilitar o dia-a-dia, nomeadamente o das famílias com crianças e jovens em idade escolar”, afirma o diretor de conteúdos da NOS, João Diogo Ferreira, citado em comunicado.

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

MICROSOFT: FALHA INFORMÁTICA GLOBAL AFETOU “APENAS” 8,5 MILHÕES DE COMPUTADORES

A falha informática global ocorrida na sexta-feira nos sistemas operativos Windows da Microsoft afetou cerca de 8,5 milhões de computadores, revelou hoje a empresa.

Online há

em

A falha informática global ocorrida na sexta-feira nos sistemas operativos Windows da Microsoft afetou cerca de 8,5 milhões de computadores, revelou hoje a empresa.

Esta é apenas uma estimativa da Microsoft, referindo que o problema informático afetou “menos de 1% de todas as máquinas Windows”, segundo um balanço divulgado pela empresa.

“Embora a percentagem seja pequena, os relevantes impactos económicos e sociais verificados refletem a utilização do ‘CrowdStrike’ por empresas que gerem muitos serviços críticos”, explicou a Microsoft.

Na origem da falha informática, que teve impacto nos serviços de transportes, nomeadamente aeroportos, nos media ou nos mercados financeiros, esteve uma atualização defeituosa nos sistemas operativos Windows da Microsoft, provocada por uma solução informática do grupo norte-americano de cibersegurança CrowdStrike.

Na sexta-feira, o presidente-executivo da Crowdstrike, George Kurtz, pediu publicamente desculpas “a todas as organizações, grupos e indivíduos que foram afetados”.

Do lado da Microsoft, o vice-presidente do grupo empresarial, David Weston, disse que o incidente “estava fora do controle da Microsoft” e que foram mobilizados centenas de engenheiros e especialistas para ajudar as organizações afetadas.

LER MAIS

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

FALHA INFORMÁTICA GLOBAL EM “RESOLUÇÃO”

A causa da falha nos sistemas da Microsoft que afetou empresas de todo o mundo, incluindo em Portugal, foi identificada e está em vias de ser corrigida, anunciou hoje o grupo norte-americano de cibersegurança Crowdstrike.

Online há

em

A causa da falha nos sistemas da Microsoft que afetou empresas de todo o mundo, incluindo em Portugal, foi identificada e está em vias de ser corrigida, anunciou hoje o grupo norte-americano de cibersegurança Crowdstrike.

“Não se trata de um incidente de segurança ou de um ciberataque. O problema foi identificado, isolado e foi implementada uma correção”, disse o chefe da CrowdStrike, George Kurtz, nas redes sociais, citado pela agência francesa AFP.

Kurtz referiu que a CrowdStrike “está a trabalhar ativamente com os clientes afetados por uma falha encontrada numa única atualização de conteúdos para os utilizadores do Windows”.

Os sistemas Mac e Linux não foram afetados, disse a empresa num comunicado publicado na Internet.

A atualização continha erros que provocaram uma falha no Azure, a plataforma de computação em nuvem criada pela Microsoft para construir, testar, implementar e gerir aplicações e serviços utilizando uma infraestrutura global, explicaram técnicos à agência espanhola EFE.

A falha levou ao aparecimento de ecrãs azuis ou “ecrãs da morte” em todo o mundo, mostrando que os sistemas tinham deixado de funcionar e que os servidores tinham de ser reiniciados.

As ações do grupo CrowdStrike caíram cerca de 20% antes da abertura da Bolsa de Nova Iorque, enquanto a Microsoft perdeu 3%, segundo a AFP.

Depois de muitas notícias sobre problemas em várias partes do mundo, desde aeroportos australianos, à organização dos Jogos Olímpicos de Paris, foram surgindo informações de que os sistemas estavam a ser recuperados.

O setor dos transportes aéreos foi um dos mais afetados, com atrasos de voos na Austrália, Hong Kong, Índia, Singapura, Quénia, Estados Unidos, Alemanha, Suíça, Áustria, Países Baixos, Hungria, Irlanda, França, Espanha ou Portugal.

A falha informática também afetou os transportes terrestres, como aconteceu com operadores ferroviários do Reino Unido ou táxis na Austrália, segundo uma compilação global da AFP.

Registaram-se igualmente problemas nos transportes marítimos, como no terminal de contentores polaco de Gdansk, que serve o Báltico.

Outros setores afetados foram os dos mercados financeiros e da banca, bem como os operadores de serviços de televisão e dos meios de comunicação social, com interrupções de emissão de canais como a britânica SkyNews ou a francesa TF1.

LER MAIS

MAIS LIDAS