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BEJA: SOBE PARA 43 NÚMERO DE INFETADOS NO SURTO EM OURIQUE

O número de infetados associados ao surto de covid-19 identificado no lar da aldeia de Santa Luzia, no concelho alentejano de Ourique, subiu hoje à tarde para 43, disse à agência Lusa o presidente do município.

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O número de infetados associados ao surto de covid-19 identificado no lar da aldeia de Santa Luzia, no concelho alentejano de Ourique, subiu hoje à tarde para 43, disse à agência Lusa o presidente do município.

Resultados conhecidos hoje à tarde de testes aos contactos próximos dos funcionários infetados do Lar de Santa Luzia, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Ourique, no distrito de Beja, permitiram identificar mais cinco casos positivos, elevando de 38 para 43 o número total de infeções confirmadas, precisou Marcelo Guerreiro.

Entre os cinco casos positivos conhecidos hoje, há um bebé de 02 anos que é neto de uma das funcionárias infetadas do lar e frequenta a Creche e Jardim-de-Infância da Santa Casa da Misericórdia de Ourique, disse o autarca.

Trata-se do segundo bebé infetado devido ao surto, depois de na passada quinta-feira ter sido confirmada a infeção de um primeiro bebé, que é filho de uma funcionária infetada do Lar de Santa Luzia, frequenta a sala do berçário daquela creche e vai fazer 11 meses na segunda-feira.

Em declarações hoje à Lusa, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ourique, José Raul dos Santos, disse que o bebé que teve hoje resultado de infeção positivo frequenta com outros 10 bebés a sala dos 02 anos da creche, que foi fechada e desinfetada.

A educadora e a auxiliar da sala fizeram hoje testes de despiste de covid-19 e os 10 bebés vão ser testados e todos ficarão em casa de quarentena a aguardar os resultados.

Também hoje todos os restantes funcionários da Creche e Jardim-de-Infância da Santa Casa da Misericórdia fizeram testes de despiste.

Segundo Marcelo Guerreiro, entre os 43 casos de infeção confirmados até hoje, há 14 utentes, 13 funcionários e 16 contactos próximos de funcionários infetados do lar, entre os quais os dois bebés.

Uma utente de 85 anos, que foi o primeiro caso positivo confirmado, está internada no hospital de Beja, e os outros 13 utentes infetados estão no Lar de Santa Luzia.

Os restantes 29 infetados – 13 funcionários do lar e 16 contactos próximos -, estão em casa de quarentena e a serem acompanhados pelas autoridades de saúde.

A Câmara de Ourique contratou uma equipa de 12 ajudantes para substituir os funcionários infetados e assegurar os serviços e cuidados aos utentes que estão no Lar de Santa Luzia e criou uma linha para apoiar os infetados que estão em casa no acesso a bens e serviços essenciais até à recuperação integral validada pelas autoridades de saúde.

O primeiro caso positivo de covid-19 no Lar de Santa Luzia, o da idosa de 85 anos, tinha sido detetado no dia 13 deste mês, após um teste realizado pela utente no hospital de Beja, devido a “um episódio hospitalar de urgência”.

Após ter sido detetado o primeiro caso, foram feitos na terça-feira testes de despiste de covid-19 aos restantes 16 utentes e 24 funcionários do lar, tendo 26 dado resultados positivos, elevando para 27 o número de infetados.

Segundo Marcelo Guerreiro, dos 40 testes feitos na terça-feira, 26 tiveram resultados positivos (13 utentes e 13 funcionários), dez negativos (um utente e nove funcionários) e quatro inconclusivos (dois utentes e dois funcionários).

O único utente que teve resultado negativo no primeiro teste foi retirado na quarta-feira para uma casa do município e os dois utentes e dois funcionários que tiveram resultados inconclusivos nos primeiros testes já fizeram segundos testes, que deram resultados negativos.

Estes dois utentes que tiveram resultados negativos nos segundos testes ainda estão no lar, mas vão ser transferidos para outras instalações, disse o autarca.

Segundo José Raul dos Santos, o primeiro bebé infetado confirmado estava com mais nove bebés na sala do berçário da creche, que foi fechada na quinta-feira, tendo todos os bebés e as quatro auxiliares e uma educadora ido para casa e já sido testados.

Os testes realizados às nove crianças e quatro auxiliares deram resultados negativos e ainda falta saber o resultado do teste da educadora, disse José Raul dos Santos.

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AVEIRO: UNIVERSIDADE VAI ABRIR MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA

A Universidade de Aveiro (UA) confirmou hoje que o mestrado integrado em Medicina foi aprovado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

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A Universidade de Aveiro (UA) confirmou hoje que o mestrado integrado em Medicina foi aprovado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Segundo fonte da academia aveirense, a A3ES comunicou esta quinta-feira que a proposta da UA para a abertura de um mestrado integrado em Medicina estava oficialmente aprovada.

A UA volta assim a ter um curso de medicina, depois duma primeira experiência falhada, no ano letivo 2011/2012, em resultado de uma parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto.

De acordo com a mesma fonte, o mestrado deverá arrancar já no próximo ano letivo com 40 vagas no primeiro ano, aumentando progressivamente até atingir as 100 vagas por ano.

Além das aulas na UA, os alunos terão orientação tutorial clínica que vai dividir-se por três Unidades Locais de Saúde (ULS), designadamente a ULS Região de Aveiro, a ULS Entre-Douro-e-Vouga e a ULS Gaia/Espinho, no âmbito do Centro Académico Clínico Egas Moniz Health Aliance.

Na semana passada, a UA havia informado que já tinha recebido o relatório preliminar da Comissão de Avaliação Externa (CAE) do Curso de Medicina, tendo-se pronunciado quanto ao mesmo, concordando com o seu teor.

Segundo o relatório da CAE, citado pela UA, “a missão, a visão e os objetivos do mestrado integrado em Medicina estão claramente definidos e assentam num programa moderno estruturado em torno de um currículo em espiral centrado no aluno”.

A CAE considera ainda que o programa “está alinhado com os resultados de aprendizagem pretendidos e é adequado à aquisição de competências exigidas para um médico”, observando que “a lista de tutores (já comprometidos) nos estágios de orientação tutorial clínica é impressionante”.

Quanto à investigação, a CAE considera que “o programa é apoiado pela evidência de múltiplos projetos e atividades de investigação ativa (nacionais e internacionais) em curso nas áreas das ciências médicas e clínicas na UA e no Centro Académico Clínico”.

Finalmente, a CAE considera também que “as infraestruturas físicas e os equipamentos disponíveis na UA são adequados para suportar as unidades curriculares”.

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PORTO: RUI MOREIRA ADMITE “FORTE SENTIMENTO DE INSEGURANÇA” NA REGIÃO

O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, admitiu esta quinta-feira existir “um fortíssimo” sentimento de insegurança na população relacionado com a toxicodependência, reafirmando a necessidade de o efetivo policial ser reforçado.

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O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, admitiu esta quinta-feira existir “um fortíssimo” sentimento de insegurança na população relacionado com a toxicodependência, reafirmando a necessidade de o efetivo policial ser reforçado.

“Em termos de proteção e segurança, não podemos fazer coisa nenhuma a não ser ajudar a polícia em tudo o que nos é solicitado e têmo-lo feito”, afirmou o autarca, à margem de uma visita à obra de reconversão do antigo Matadouro de Campanhã.

O Jornal de Notícias avança esta quinta-feira que o tráfico e consumo de droga voltaram “em força” à zona da Sé, no centro histórico da cidade, estando atualmente montada uma “sala de chuto” num dos pátios do antigo mercado de S. Sebastião.

Questionado sobre o assunto, Rui Moreira admitiu estar preocupado e disse também ter recebido, na quarta-feira à tarde, a associação de moradores do Pinheiro Manso, na zona de Ramalde, que estão igualmente preocupados com a segurança naquela zona.

“Se fosse apenas na cidade do Porto, a situação era relativamente fácil de resolver, o problema da insegurança não é apenas da cidade do Porto, é um problema europeu e nacional. Lisboa está com os mesmos problemas. Estamos neste momento com um fortíssimo problema que é o sentimento das pessoas de insegurança”, afirmou.

Dizendo entender que a população gostaria que “pudesse tomar outras iniciativas”, Rui Moreira disse que o município apenas pode colaborar com a PSP e alertar para a necessidade da visibilidade da polícia, recordando a conferência de imprensa que realizou há cerca de uma semana com o seu homólogo de Lisboa, Carlos Moedas.

Questionado se tinha recebido alguma resposta do Governo relativamente ao apelo feito para a necessidade de existir um reforço policial, Rui Moreira afirmou que “para já ainda não”.

O autarca disse, no entanto, não estar interessado em “audições com o Governo, para dizerem que estão a pensar no assunto”, mas ver concretizadas “soluções objetivas”, como o reforço policial.

“Sabemos o que não temos e precisamos de ter”, referiu, defendendo também a necessidade de se rever a legislação.

“Continuo a insistir que há parte da legislação que não consigo entender e, relativamente à droga, é preciso escolher, ou se quer uma legalização plena, ou então é preciso combater o tráfico. A situação atual é um paraíso para os traficantes”, referiu.

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