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SOCIEDADE

DEVIDO À GRIPE HÁ FALTA DE SANGUE

As reservas de sangue dos tipos negativos (O-, A- e B-) estão em baixa. Em tempo de gripe, as doações baixam e o Instituto Português do Sangue quer acautelar uma situação de ruptura.

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As reservas de sangue dos tipos negativos (O-, A- e B-) estão em baixa. Em tempo de gripe, as doações baixam e o Instituto Português do Sangue quer acautelar uma situação de ruptura.

Os “surtos gripais e outras doenças ligadas ao frio” levam “a uma diminuição das colheitas, porque muitos dadores vão dar sangue, mas não estão em condições físicas para o fazer”, explica o presidente daquele instituto.

Nesta altura, as reservas daqueles tipos de sangue dão apenas para quatro dias, mas como “todos os dias há colheitas, conseguimos manter este nível”, explica João Paulo Almeida e Sousa à Rádio Renascença.

“Seria bom termos uma situação mais confortável”, reconhece. Por isso, apela a todos os dadores que ainda não deram sangue que o façam. “E os dadores de primeira vez, se o quiserem fazer, são sempre muito bem-vindos”, acrescenta.

No geral, “a situação está dentro de um patamar de estabilidade, mas com níveis baixos para os negativos”, reafirma. Para os outros grupos, as “reservas dão para mais de 10 dias ou de 7 a 10 dias”, o que é considerado “confortável”.

O apelo à dádiva de sangue é para todos, independentemente do tipo de sangue.

“Ter pelo menos 50 quilos, idade superior a 18 anos e ser saudável” são, “de uma forma muito genérica”, as condições para ser dador. João Paulo Almeida e Sousa explica que os dadores “são sempre observados antes de fazerem a sua dádiva”.

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