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GNR DETEVE 276 PESSOAS E DETETOU 4.600 INFRAÇÕES DE TRÂNSITO EM TODO O PAÍS

A GNR deteve 276 pessoas em flagrante delito e detetou 4.600 infrações de trânsito, no âmbito de uma ação de prevenção e combate à criminalidade e sinistralidade rodoviária que decorreu em todo o país, foi hoje revelado.

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A GNR deteve 276 pessoas em flagrante delito e detetou 4.600 infrações de trânsito, no âmbito de uma ação de prevenção e combate à criminalidade e sinistralidade rodoviária que decorreu em todo o país, foi hoje revelado.

Em comunicado, a GNR esclarece que as operações decorreram entre os dias 02 e 08 de fevereiro em todo o território nacional.

Do conjunto de ações resultou a detenção de 276 pessoas em flagrante delito, a maioria das quais (124) por condução sob efeito de álcool, seguindo-se 47 por condução sem habilitação legal.

Vinte pessoas foram detidas por tráfico de estupefacientes, 19 por furto e roubo, nove por violência doméstica, cinco por posse ilegal de armas e arma proibida, e uma por incêndio florestal.

Durante as operações foram apreendidas várias quantidades de estupefacientes, tais como 2.099 doses de heroína, 1.584 doses de cocaína, 1.427 doses de haxixe, 264 doses de liamba, sete doses de MDMA, 41 pés de canábis, 175 comprimidos de anfetaminas, nove selos de LSD e três comprimidos de MDMA.

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A GNR apreendeu também 25 armas de fogo, 422 munições de diversos calibres, 28 armas brancas ou proibidas, 24 veículos, oito explosivos e 14.120,93 euros em numerário.

Das ações resultou ainda a deteção de 4.600 infrações de trânsito em todo o país, a maioria das quais (854) por excesso de velocidade.

Das infrações detetadas, 498 estão relacionadas com a falta de inspeção periódica obrigatória, 263 com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 200 por falta de seguro, 181 com tacógrafos, 137 com o uso indevido do telemóvel, 129 por falta ou utilização incorreta do cinto de segurança e 44 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei.

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NACIONAL

INSPEÇÃO-GERAL DA SAÚDE ABRE PROCESSO SOBRE BAIXAS PASSADAS A POLÍCIAS

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu um processo de inspeção para verificar a regularidade das baixas passadas aos polícias que faltaram a três jogos de futebol, nomeadamente o Famalicão-Sporting, anunciou hoje a entidade.

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A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu um processo de inspeção para verificar a regularidade das baixas passadas aos polícias que faltaram a três jogos de futebol, nomeadamente o Famalicão-Sporting, anunciou hoje a entidade.

“O processo de inspeção tem como finalidade verificar a regularidade dos certificados de incapacidade temporária para o trabalho emitidos aos elementos do corpo profissional da PSP”, refere a IGAS, numa resposta escrita à Lusa.

Adianta ainda que a realização do processo de inspeção, determinado por despacho do Inspetor-Geral, será articulada com a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI).

A IGAS refere que o processo de inspeção foi aberto na sequência das notícias publicadas em órgãos de comunicação social sobre o adiamento de três jogos de futebol organizados pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (Liga Portugal) no passado sábado e segunda-feira.

Segundo as notícias, sublinha, “alguns elementos do corpo profissional da Polícia de Segurança Pública (PSP) destacados para esses jogos de futebol não teriam comparecido nos respetivos locais de trabalho por motivo de doença”.

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“Tendo sido levantada a suspeita de os certificados de incapacidade temporária apresentados por esses profissionais terem sido emitidos de forma irregular, informa-se que, por despacho do Inspetor-Geral, de 8 de fevereiro, foi determinada a abertura de um processo de inspeção”.

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GUARDAS PRISIONAIS MARCAM NOVA GREVE ÀS DILIGÊNCIAS

Os guardas prisionais agendaram uma nova greve às diligências em todas as unidades entre os dias 26 de fevereiro e 09 de março, segundo um pré-aviso enviado hoje pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).

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Os guardas prisionais agendaram uma nova greve às diligências em todas as unidades entre os dias 26 de fevereiro e 09 de março, segundo um pré-aviso enviado hoje pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP).

A nova paralisação convocada pelo SNCGP vai dar continuidade à anterior greve às diligências definida para decorrer entre as 00:00 de 13 de fevereiro e as 23:59 de 25 de fevereiro, que pode comprometer o transporte de presos para os tribunais.

O SNGCP justificou a nova ação de protesto com as mesmas reivindicações da última greve, nomeadamente a necessidade de “valorização e dignificação dos profissionais”, a “reestruturação de suplementos remuneratórios” e a “aprovação do sistema de avaliação de desempenho dos profissionais do corpo da guarda prisional já concluído”.

O documento, a que a Lusa teve acesso, foi enviado ao primeiro-ministro e a vários elementos do Governo, aos executivos regionais da Madeira e dos Açores, à diretora-geral da Administração e Emprego Público, à Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, e aos diretores das prisões.

Na segunda-feira, o mesmo sindicato tinha já anunciado uma greve total para 22 de fevereiro, a decorrer entre as 00:00 e as 23:59.

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Em 31 de janeiro os guardas prisionais cumpriram um dia de greve total, tendo entretanto recebido a promessa do Governo de que até março haveria a aprovação do sistema de avaliação e desempenho.

Os guardas prisionais têm também marcado presença nos protestos das forças de segurança no último mês, motivados sobretudo pela questão da atribuição do subsídio de missão à PJ que deixou de fora, não só a guarda prisional, mas também a PSP e a GNR.

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