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LISBOA: ATIVISTAS PELO CLIMA PARTEM MONTRA DE BALCÃO DO SANTANDER

Duas ativistas da associação Climáximo partiram hoje em protesto o vidro de um balcão do banco Santander em Lisboa, durante a manifestação do Dia Internacional da Mulher, tendo sido identificadas pela PSP no local.

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Duas ativistas da associação Climáximo partiram hoje em protesto o vidro de um balcão do banco Santander em Lisboa, durante a manifestação do Dia Internacional da Mulher, tendo sido identificadas pela PSP no local.

Maria Mesquita, uma das duas ativistas identificadas, explicou à Lusa que o objetivo era protestar contra o financiamento da indústria fóssil pelo banco.

Após partirem o vidro, cerca das 19:00, as duas jovens foram isoladas por um cordão policial e identificadas, o que motivou um protesto de vários manifestantes que, frente à dupla fila de separação criada pela PSP, gritaram em uníssono: “Libertem as camaradas”.

Contactada pela Lusa, a PSP confirmou ter intercetado duas pessoas após partirem com um martelo a montra do banco Santander na Avenida Almirante Reis, em Lisboa.

A manifestação, convocada pela rede 08 de Março e pela Plataforma FEMINISTA, juntou hoje ao final da tarde mais de um milhar de pessoas que, apesar de alguma chuva, desfilaram pela Avenida Almirante Reis depois de uma concentração na Alameda D. Afonso Henriques, pelas 18:00.

Cartazes, faixas, e bandeiras davam cor ao desfile, ao som de batuques e palavras de ordem como “Mulheres unidas jamais serão vencidas”, “Abaixo o patriarcado, vai cair, vai cair” e “Deixa passar, eu sou feminista e o mundo eu vou mudar”

No último dia de campanha eleitoral para as legislativas de domingo, foram vários os partidos a marcar presença, com vários segmentos do desfile marcados por bandeiras do Livre, do Volt e com a presença das líderes partidárias do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, e do PAN, Inês de Sousa Real.

Também o sindicato do setor da Educação STOP marcou presença, com uma comitiva liderada pelo dirigente André Pestana.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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