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MADEIRA: NOVO HOSPITAL CONSTRUÍDO COM TECNOLOGIA ANTISSÍSMICA

O novo Hospital Central e Universitário da Madeira, atualmente em construção, contempla a “moderna tecnologia antissísmica”, afirmou esta terça-feira o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, adiantando que o mesmo ocorre com todos os edifícios.

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O novo Hospital Central e Universitário da Madeira, atualmente em construção, contempla a “moderna tecnologia antissísmica”, afirmou esta terça-feira o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, adiantando que o mesmo ocorre com todos os edifícios.

“Todas as construções hoje na Madeira são certificadas tendo por base a moderna tecnologia antissísmica”, disse, para logo reforçar: “O novo hospital, por razões óbvias, também não pode deixar de ser feito dentro desse enquadramento”.

O chefe do executivo (PSD/CDS-PP) falava em Santa Cruz, zona leste da ilha, durante uma visita aos trabalhos de reabilitação das estruturas de suporte da plataforma rodoviária e da pista do aeroporto e de requalificação do cais local, obras orçadas em 5,6 milhões de euros.

“Qualquer prédio que é construído hoje na Madeira tem no projeto de especialidade a adaptação antissísmica”, disse Miguel Albuquerque, ao ser questionado sobre a capacidade de resistência das infraestruturas, face a sismos de grande intensidade como os ocorridos segunda-feira na Turquia e na Síria.

O presidente do executivo assegurou que o novo hospital, em particular, obedece às regras de construção antissísmica em regiões de alto risco, embora no arquipélago o risco de terremoto seja baixo.

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CARRAZEDA DE ANSIÃES: HOMEM CONSTITUÍDO ARGUIDO POR PROVOCAR INCÊNDIO

A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

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A Guarda Nacional Republicana (GNR) constituiu arguido um homem de 41 anos em Marzagão, Carrazeda de Ansiães, por ter ateado um incêndio de forma negligente enquanto manuseava uma motorroçadora, informou hoje a autoridade.

O caso remonta a 16 deste mês, no distrito de Bragança. A investigação conduzida pela GNR permitiu perceber que a ignição aconteceu durante a realização de atividades agrícolas com uma motorroçadora, de forma negligente, num terreno junto a uma mancha florestal.

A GNR conseguiu identificar o responsável pelos trabalhos que estavam em curso, onde não foram mantidos os cuidados necessários de vigilância. Os factos foram remetidos para o tribunal de Vila Flor.

A Guarda relembrou que a Linha SOS Ambiente e Território – 808 200 520 – funciona em permanência, para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

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COIMBRA: RECLUSOS VÃO TRABALHAR PARA AJUDAR OS SERVIÇOS AUTÁRQUICOS

A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

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A Câmara de Coimbra e a prisão local vão celebrar um protocolo de colaboração para que reclusos em regime aberto possam trabalhar em várias áreas do município, como espaços verdes ou resíduos urbanos.

O protocolo de colaboração foi hoje aprovado por unanimidade na reunião do executivo camarário, perspetivando a integração laboral de reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra em várias unidades orgânicas da autarquia.

“A Câmara de Coimbra pretende contribuir, assim, para a ressocialização e para a promoção da reinserção social, familiar e profissional desses reclusos, com vista à sua autonomização progressiva”, salientou o município.

O protocolo prevê que os presos possam trabalhar em tarefas como limpeza de matas e caminhos florestais, jardinagem e manutenção de espaços verdes, limpeza urbana, recolha de resíduos urbanos e obras de reparação e manutenção de edifícios, entre outras.

“Poderão, ainda, ser acrescentadas outras áreas de intervenção, consideradas necessárias e oportunas pela autarquia e passíveis de resposta pelos reclusos do Estabelecimento Prisional de Coimbra”, acrescentou a autarquia.

Os trabalhos irão ocorrer em locais definidos pelos serviços municipais e dentro de um horário estabelecido.

Segundo o município, os presos terão direito a receber da autarquia “uma bolsa de ocupação mensal de montante igual ao valor do Indexante dos Apoios Sociais [cerca de 500 euros] e um subsídio de alimentação referente a cada dia de atividade, de valor correspondente ao atribuído à generalidade dos trabalhadores que exerçam funções públicas”.

O protocolo prevê ainda que os participantes possam integrar ações de formação.

Os reclusos que poderão trabalhar na autarquia serão selecionados pela Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

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