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SOCIEDADE

MAIS DE 120 TRABALHADORES DA AGÊNCIA LUSA PEDEM RAPIDEZ NA INTEGRAÇÃO

Mais de 120 trabalhadores da Lusa assinaram uma carta hoje enviada aos ministérios da Cultura, Finanças e Trabalho a solidarizarem-se com os 25 jornalistas que se candidataram ao PREVPAP e a alertar para a ‘necessidade urgente’ de resolver a situação.

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Mais de 120 trabalhadores da Lusa assinaram uma carta hoje enviada aos ministérios da Cultura, Finanças e Trabalho a solidarizarem-se com os 25 jornalistas que se candidataram ao PREVPAP e a alertar para a “necessidade urgente” de resolver a situação.

“No final de novembro passado, 25 jornalistas da agência Lusa, dos 47 que se candidataram ao Programa de Regularização de Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP), foram informados do parecer positivo da Comissão de Avaliação Bipartida (CAB) da Cultura para a sua esperada integração nos quadros da empresa”, refere a carta subscrita por mais de uma centena de trabalhadores, entre jornalistas e não jornalistas, do quadro e colaboradores.

O texto, que além dos ministérios seguiu também para os diversos grupos parlamentares e para a Comissão de Avaliação do PREVPAP, assinala que, “apesar de serem colaboradores a recibos verdes, estes 25 jornalistas têm um papel fulcral no dia-a-dia da agência e no cumprimento do serviço público”.

“O trabalho que desempenham é uma necessidade permanente da empresa, reconhecida de forma unânime pelas chefias da direção de informação e por todos os camaradas signatários desta missiva”, lê-se na carta.

“No entanto, passados mais de quatro meses, e apesar da homologação pelo Ministério da Cultura, o processo continua, incompreensivelmente, a arrastar-se, com o Governo a questionar a fundamentação relativa a parte destes precários e o seu vínculo à empresa”, referem, recordando que, no final de março, a administração da Lusa “anunciou que foram enviadas para o Ministério do Trabalho as informações adicionais solicitadas, afirmando que acredita numa resolução rápida da situação”.

Saindo publicamente em defesa dos jornalistas precários que fazem parte da agência Lusa, os signatários atestam a importância do trabalho e a dedicação e alertam o Governo para a “necessidade urgente de resolver a sua situação laboral”.

Pedem ainda “celeridade na análise dos recursos interpostos por outros jornalistas no âmbito deste processo” de regularização dos vínculos precários.

Esta carta vem juntar-se à que mais de 55 chefias da Lusa, entre direção de informação, chefia de redação, editores, editores-adjuntos, coordenadores e diretor financeiro, fizeram seguir para os mesmos destinatários no dia 11 de abril.

LUSA









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