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INTERNACIONAL

MUNDIAL 2018: 25 MILHÕES DE CIBERATAQUES

A Rússia sofreu cerca de “25 milhões de ciberataques” durante o Mundial de futebol, afirmou o Presidente russo, Vladimir Putin, sem precisar a origem dos ataques informáticos.

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A Rússia sofreu cerca de “25 milhões de ciberataques” durante o Mundial de futebol, afirmou o Presidente russo, Vladimir Putin, sem precisar a origem dos ataques informáticos.

“Durante o Mundial 2018, perto de 25 milhões de ciberataques e outros atos criminosos contra as estruturas de informação na Rússia, de alguma forma ligadas ao campeonato do mundo, foram neutralizados”, declarou Putin, no domingo, por ocasião de um encontro com os serviços de segurança russos.

As declarações foram divulgados hoje pelo Kremlin.

“Por trás deste êxito, está um importante trabalho de preparação, operacional, de análise e de informações, para o qual utilizámos todas as nossas forças, a nossa concentração esteve no seu máximo”, sublinhou Putin.

A Rússia, país anfitrião do campeonato do mundo entre 14 de junho a 15 de julho em 11 cidades e 12 estádios, foi diversas vezes acusada pelos países ocidentais de realizar ataques informáticos.

No domingo, o chefe do serviço de informações norte-americano, Dan Coats, afirmou que os piratas informáticos que ameaçam os Estados Unidos estavam a aumentar, nomeadamente oriundos da Rússia.

“Os atores russos e outros tentam também explorar a vulnerabilidade das nossas infraestruturas vitais”, garantiu.

Na sexta-feira, 12 agentes dos serviços secretos russos foram acusados pelas autoridades norte-americanas de terem efetuado um ataque contra computadores do Partido Democrata, durante a campanha para as eleições presidenciais de 2016, ganhas por Donald Trump.

Moscovo desmentiu sempre qualquer ingerência na eleição.

As declarações russa e norte-americana ocorreram pouco antes do encontro entre o Presidente dos Estados Unidos e Putin, em Helsínquia.

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LUSA

INTERNACIONAL

GUERRA: ESTADOS UNIDOS VÃO FORNECER MÍSSEIS DE LONGO ALCANCE À UCRÂNIA

Os Estados Unidos vão aceder ao pedido de Kiev e enviar mísseis de longo alcance para a Ucrânia, que prepara uma ofensiva na primavera para recuperar o território conquistado pela Rússia no ano passado, revelaram esta quinta-feira autoridades norte-americanas.

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Os Estados Unidos vão aceder ao pedido de Kiev e enviar mísseis de longo alcance para a Ucrânia, que prepara uma ofensiva na primavera para recuperar o território conquistado pela Rússia no ano passado, revelaram esta quinta-feira autoridades norte-americanas.

Estas novas armas terão aproximadamente o dobro do alcance de qualquer outro armamento ofensivo fornecido pelos norte-americanos a Kiev, noticiou a agência Associated Press (AP).

A administração de Joe Biden irá fornecer bombas de pequeno diâmetro lançadas desde o solo, como parte de um pacote de ajuda de 2,17 mil milhões de dólares (cerca de 2 mil milhões de euros) que deve ser anunciado já esta sexta-feira, segundo várias autoridades norte-americanas.

O pacote militar também incluirá pela primeira vez equipamentos para conectar todos os diferentes sistemas de defesa aérea que os aliados ocidentais entregaram à Ucrânia, que permitirá integrá-los às próprias defesas aéreas ucranianas para ajudar a defender melhor os contínuos ataques de mísseis da Rússia.

Durante meses, as autoridades norte-americanas hesitaram em enviar sistemas de longo alcance à Ucrânia, com receio que fossem utilizados para atingir território russo, aumentando o conflito e atraindo os EUA para a guerra.

As bombas de longo alcance são o sistema avançado mais recente a ser entregue pelos norte-americanos, depois de inicialmente dizerem não, a par dos tanques Abrams e sistema de defesa antimísseis Patriot.

As fontes citadas pela AP garantem, no entanto, que os EUA continuam a rejeitar os pedidos de Kiev para o envio de aviões de combate F-16.

Este armamento tem um alcance de 150 quilómetros, sendo que atualmente o míssil de maior alcance fornecido pelos EUA tem cerca de 80 quilómetros.

Além do número deste material militar, também não ficou claro esta quinta-feira quanto tempo levará para chegar ao campo de batalha.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.110 civis mortos e 11.547 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

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INTERNACIONAL

GUERRA: RÚSSIA ESTARÁ A RAPTAR CRIANÇAS UCRANIANAS PARA TRÁFICO SEXUAL

O comissário ucraniano dos direitos humanos acusou hoje os russos de raptar crianças da Ucrânia para alimentar os tráficos sexuais.

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O comissário ucraniano dos direitos humanos acusou hoje os russos de raptar crianças da Ucrânia para alimentar os tráficos sexuais.

“As contas (na aplicação da rede social )Telegram revelam que os russos estão a raptar crianças ucranianas e a fazer vídeos sexuais com elas”, disse o comissário parlamentar ucraniano dos direitos humanos, Dmytro Lubinets, numa mensagem na rede social Telegram.

“Por exemplo, oferecem um rapaz ucraniano por 250.000 rublos (mais de 3.200 euros)”, acrescentou, assegurando tratar-se de um órfão.

Dmytro Lubinets publicou um excerto de uma troca de mensagens numa plataforma não identificada na Internet, em que duas pessoas discutiam o envolvimento de um jovem rapaz na realização de um filme de pornografia infantil.

“Ele vem da Ucrânia, de um orfanato, não tem pais”, escreveu uma das pessoas. E depois: “Trazemos crianças pequenas para este tipo de trabalho. Não é o primeiro que trazemos”.

Dmytro Lubinets não disse como tinha obtido a troca de mensagens. E apelou à polícia e ao poder judicial ucranianos para que tomassem “as medidas apropriadas para encontrar e punir os culpados”.

“A Federação Russa está insidiosamente a raptar, matar, deportar e violar as nossas crianças”, disse, questionando: “Como é isto possível no mundo de hoje?”.

Crimes contra crianças, incluindo o abuso sexual, são comuns na Rússia.

A Ucrânia acusa as forças russas de raptar e levar milhares de crianças, incluindo órfãos, dos territórios controlados por Moscovo.

Em setembro, os investigadores da ONU acusaram Moscovo de crimes de guerra “em larga escala” na Ucrânia, incluindo tortura e violência sexual.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,9 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.031 civis mortos e 11.327 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

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INTERNACIONAL

GUERRA NA UCRÂNIA JÁ CAUSOU PREJUÍZOS ATÉ 690 MIL MILHÕES DE EUROS

O primeiro-ministro ucraniano Denys Shmygal, disse hoje que a guerra na Ucrânia causou até agora entre 550 e 690 mil milhões de euros de prejuízos no país.

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O primeiro-ministro ucraniano Denys Shmygal, disse hoje que a guerra na Ucrânia causou até agora entre 550 e 690 mil milhões de euros de prejuízos no país.

“Segundo estimativas do Banco Mundial, até 01 de junho do ano passado a Rússia tinha causado danos e destruição na Ucrânia que custariam 350 mil milhões de dólares [320 mil milhões de euros] para recuperar”, disse num encontro em Kiev com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

“No início de 2023, este montante pode já atingir 600-750 mil milhões de dólares [550-690 mil milhões de euros]”, acrescentou, citado pela agência noticiosa “Ukrinform”.

Denys Shmygal disse que a principal fonte de financiamento para a reconstrução da Ucrânia deveria ser fundos russos confiscados, já que deve ser Moscovo a pagar pela destruição que causou.

O primeiro-ministro ucraniano também anunciou que Kiev assinou um acordo com a União Europeia (UE) para participar no Programa do Mercado Único, um mecanismo de financiamento destinado a melhorar a integração económica.

O objetivo do programa é facilitar as transições verdes e digitais e promover a competitividade das empresas ucranianas.

Von der Leyen e restantes elementos da Comissão Europeia viajaram hoje para Kiev, onde se realiza na sexta-feira uma cimeira com o Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e o Presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky.

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INTERNACIONAL

UE RENOVA POR MAIS SEIS MESES SANÇÕES ECONÓMICAS À RÚSSIA

A União Europeia (UE) decidiu hoje prolongar por mais seis meses, até 31 de julho de 2023, as sanções que visam setores específicos da economia da Rússia, em vigor desde 2014, por ocasião da anexação da Crimeia.

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A União Europeia (UE) decidiu hoje prolongar por mais seis meses, até 31 de julho de 2023, as sanções que visam setores específicos da economia da Rússia, em vigor desde 2014, por ocasião da anexação da Crimeia.

Num comunicado, o Conselho da UE divulga ter decidido prolongar por seis meses as sanções adotadas pela primeira vez em 2014, em resposta às ações da Rússia para destabilizar a situação na Ucrânia, com a anexação ilegal da península da Crimeia, e agravadas após a ofensiva militar lançada em fevereiro de 2022.

Atualmente, estas sanções incluem, nomeadamente, restrições às importações e transporte marítimo de crude e certos produtos petrolíferos russos para a UE, a proibição de aceder ao sistema de transações financeiras SWIFT (sigla de “Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication”) para determinados bancos russos e a suspensão das atividades de difusão e das licenças de meios de comunicação usados pelo Kremlin (Presidência russa) como instrumentos para manipular informações e promover a desinformação, segundo enumerou a mesma nota informativa.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro de 2022 pela Rússia na Ucrânia causou até agora a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e quase oito milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 7.068 civis mortos e 11.415 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

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