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ECONOMIA & FINANÇAS

OS 45 CONCELHOS ONDE PREÇOS DAS CASAS ESTÃO ACIMA DA MÉDIA NACIONAL

O preço mediano de venda de habitação em Portugal aumentou para 1.031 euros por metro quadrado (Euro/m2) no segundo trimestre deste ano, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicando que 45 municípios apresentaram valores superiores à média.

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O preço mediano de venda de habitação em Portugal aumentou para 1.031 euros por metro quadrado (Euro/m2) no segundo trimestre deste ano, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), indicando que 45 municípios apresentaram valores superiores à média.

“Lisboa (3.154 Euro/m2) registou o preço mediano mais elevado do país”, apurou o INE, destacando, com valores superiores a 1.500 Euro/m2, os municípios de Cascais, Oeiras, Loulé, Lagos, Albufeira, Tavira, Porto, Odivelas, Lagoa, Funchal, Faro, Loures e Vila Real de Santo António.

No segundo trimestre deste ano, o preço mediano de alojamentos familiares em Portugal foi 1.031 Euro/m2, registando “um aumento de +2,0% relativamente ao trimestre anterior e +6,4% relativamente ao trimestre homólogo”.

“O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas regiões do Algarve (1.606 Euro/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1.383 Euro/m2), Região Autónoma da Madeira (1.205 Euro/m2) e, pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2016, a Área Metropolitana do Porto (1.034 Euro/m2)”, de acordo com os dados do INE.

As estatísticas de preços da habitação ao nível local, relativas ao segundo trimestre deste ano, revelam que, dos 308 municípios portugueses, 45 apresentaram um preço mediano de venda de habitação superior ao valor nacional.

Estes concelhos localizam maioritariamente no Algarve e na Área Metropolitana de Lisboa – “as duas sub-regiões com preços mais elevados do país”.

Ao nível do município de Lisboa, três freguesias lisboetas registaram preços superiores a 4.500 Euro/m2, designadamente Santo António, Misericórdia e Santa Maria Maior.

“No Porto, a freguesia do Bonfim registou, simultaneamente, o preço mediano dos alojamentos vendidos e a taxa de variação homóloga acima do registado na cidade”, avançou o INE.

ECONOMIA & FINANÇAS

ANEBE PEDE AO GOVERNO QUE NÃO AUMENTE IMPOSTO SOBRE BEBIDAS ÁLCOOLICAS

A Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) pediu ao Governo que, no âmbito do Orçamento do Estado para 2024 (OE 2024), não aumente o imposto sobre o álcool, de modo a garantir a sustentabilidade do setor.

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A Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) pediu ao Governo que, no âmbito do Orçamento do Estado para 2024 (OE 2024), não aumente o imposto sobre o álcool, de modo a garantir a sustentabilidade do setor.

“A ANEBE pede novamente ao Governo que não aumente a taxa do imposto especial sobre o consumo IABA (Imposto sobre o Álcool, as Bebidas Alcoólicas e as bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes) em sede do Orçamento do Estado para 2024, por forma a garantir a sustentabilidade do setor”, lê-se num comunicado hoje divulgado.

Segundo a associação, o aumento do imposto em 4% para 2023 levou a um decréscimo da receita fiscal arrecadada pelo Estado em sede de IABA, na categoria espirituosas, na primeira metade do ano.

A descida foi de 4,7 milhões de euros relativamente ao mesmo período do ano passado.

Por outro lado, conforme apontou, o aumento deste imposto levou a uma quebra das introduções ao consumo de bebidas espirituosas em Portugal de cerca de 9,2% desde janeiro.

Para a ANEBE, a diminuição ou manutenção da taxa de IABA vai permitir o aumento da receita fiscal e alavancar as oportunidades de crescimento dos operadores.

A associação citou ainda o relatório ‘Shadow Forecast’ de outubro, que concluiu que, até à data, o IABA arrecadado situou-se nos 181,2 milhões de euros, uma subida de 9,4% face a igual período de 2022.

“Contudo, e apesar de os primeiros seis meses do ano terem sido os melhores de sempre em termos turísticos, a categoria de bebidas espirituosas apresenta um comportamento negativo no que diz respeito ao valor da receita arrecadada. O que não acontece, por exemplo, com a categoria das cervejas, que apresenta uma relativa imunidade ao aumento do imposto”, ressalvou.

A análise da ANEBE com a EY revelou ainda que a manutenção da taxa teria permitido uma arrecadação fiscal de 172 milhões de euros na categoria de bebidas espirituosas.

Tendo em conta que, atualmente, a receita é de 146 milhões de euros, constata-se uma perda de 30 milhões de euros relativamente às estimativas.

“Este foi o melhor ano turístico de sempre, ultrapassando os valores de 2019, antes da pandemia, pelo que não podemos afirmar que a falta de procura externa tem sido um problema para o setor das bebidas espirituosas, pelo contrário. A diminuição da receita e outras dificuldades que os nossos produtores enfrentam é, sim, resultado da atual política de fiscalidade que se pratica em Portugal, que deve ser alterada, de forma a alavancar a maior capacidade de oferta dos operadores”, referiu, citado na mesma nota, o secretário-geral da ANEBE, João Vargas.

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TARIFAS DO GÁS NATURAL SOBEM 0,6% NO MERCADO REGULADO A PARTIR DE HOJE

As tarifas do gás natural para as famílias no mercado regulado aumentam 0,6% a partir de hoje, face aos preços praticados em setembro, de acordo com a ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

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As tarifas do gás natural para as famílias no mercado regulado aumentam 0,6% a partir de hoje, face aos preços praticados em setembro, de acordo com a ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

De acordo com o regulador, “os consumidores em mercado regulado irão observar a partir de outubro um acréscimo médio de 0,6% no preço de venda final, face aos preços em vigor em setembro”, sendo que, face ao preço médio do ano gás anterior (2022-2023), “os consumidores em mercado regulado observam, a partir de outubro (ano gás 2023-2024), um acréscimo médio de 1,3% no preço de venda final”.

Este aumento implica uma subida média mensal entre dez e 15 cêntimos para as duas categorias mais representativas de clientes, um casal com dois filhos e um casal sem filhos, respetivamente.

No caso das tarifas de aceso às redes no mercado livre, irão subir 2,9% (alta pressão) e 3,3% (média e baixa), em relação ao ano gás anterior.

Os consumidores com tarifa social contarão com um desconto de 31,2% sobre as tarifas transitórias de venda a clientes finais.

A Galp, por sua vez, vai aumentar os preços do gás natural em média em 4%, a partir de hoje, mas manterá inalterado o preço da eletricidade até ao final do ano, segundo indicou fonte oficial à Lusa, em agosto.

Já a EDP anunciou em 08 de setembro que iria descer o preço do gás natural em cerca de 20% a partir de hoje.

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