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PORTO: RUI MOREIRA DIZ QUE O ESTADO FALHOU EM MATÉRIA DE TOXICODEPENDÊNCIA

O presidente da Câmara do Porto defendeu hoje ser necessário alterar a lei relativa ao consumo de estupefacientes na via pública e destacou que o acampamento de toxicodependentes nas proximidades do bairro da Pasteleira “demonstra que o Estado falhou”.

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O presidente da Câmara do Porto defendeu hoje ser necessário alterar a lei relativa ao consumo de estupefacientes na via pública e destacou que o acampamento de toxicodependentes nas proximidades do bairro da Pasteleira “demonstra que o Estado falhou”.

“Estamos a viver num território em que se demonstra que o Estado falhou”, afirmou Rui Moreira.

Em declarações aos jornalistas, à margem de uma ação de limpeza levada a cabo esta tarde pela Polícia Municipal do Porto no acampamento associado ao consumo ao tráfico de droga localizado nas proximidades do bairro da Pasteleira, Moreira disse continuar sem se “conformar” com o consumo de estupefacientes no espaço público.

“Considero que é um atentado ao pudor, considero que os direitos das pessoas têm de ser prezados, assim como das crianças”, afirmou.

Defendendo que o Estado “falhou” no acompanhamento de uma situação que tem uma componente de saúde pública, social, mas também de tráfico de droga, Rui Moreira destacou a necessidade de se rever a lei do consumo.

“Não quero criminalizar o consumo de droga. Quero criminalizar o consumo de droga na via pública que tem consequências sobre as crianças, cidadãos, trabalhadores da câmara que têm de lidar todos os dias com matéria infetada”, afirmou.

O autarca independente salientou ainda que a realidade existente no acampamento montando no jardim do Fluvial são “danos colaterais” do tráfico de droga, situação que, disse, “tem sido permitida”.

Questionado sobre a resposta dada pela sala de consumo assistido, em funcionamento desde setembro de 2022, Rui Moreira considera que, se esta for uma resposta isolada do munícipio, terá de questionar “se de facto é uma resposta que vale a pena”.

“A questão fundamental é que se há quem pense que isso apenas faz e concentra esse fenómeno, e não há medidas idênticas pelo Estado e pelos municípios vizinhos, começo a questionar se de facto é uma resposta que vale a pena”, referiu.

Reforçando que o Estado, nesta matéria, é “um Estado ausente”, Rui Moreira sublinhou, no entanto, que a autarquia não pode “fechar os olhos”.

“Não vamos permitir que o Estado se desinteresse deste problema. As pessoas que vivem aqui também têm direitos (…). O Estado pode se ter desinteressado disto, mas eu não”, acrescentou.

Lembrando que a autarquia não tem competências na área da proteção e segurança, Rui Moreira pretende assegurar, contudo, “a tranquilidade dos cidadãos” nos espaços públicos da cidade.

“Estamos a falar de uma situação que não é tolerável e temos de fazer o que está ao nosso alcance”, acrescentou.

A ação de limpeza levada a cabo pela Policia Municipal do Porto inscreve-se noutras ações desenvolvidas naquele território desde 2020 e que resultaram em cerca de 10 mil operações municipais no espaço público.

De acordo com o presidente da câmara, nos últimos anos, foram recolhidas cerca de “400 toneladas de detritos ligadas ao consumo e tráfico de droga”.

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VILA REAL: AUTARQUIA QUEIXA-SE DE CARTA ANÓNIMA COM DENÚNCIAS

A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

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A Câmara de Vila Real vai apresentar queixa no Ministério Público (MP) contra desconhecidos por uma carta anónima que diz estar “recheada de acusações falsas e fantasiosas” e visa a organização do Circuito Internacional, foi hoje anunciado.

A poucos dias da realização do Circuito Internacional de Vila Real, que decorre entre 28 e 30 de junho, foi colocada a circular pela cidade uma nova carta anónima que visa responsáveis políticos e administrativos do município, bem como outros cidadãos ligados à organização das corridas automóveis.

Em reação, o município liderado pelo socialista Rui Santos emitiu hoje um comunicado em que classifica a carta como “cobarde, recheada de acusações falsas e fantasiosas” e “destinada a denegrir o bom nome” dos agora visados nesta denúncia que é dirigida à Procuradora-Geral da República.

“Este [o circuito] é o tema da nova carta anónima, numa demonstração clara de que tudo serve para tentar ganhar vantagem política, mesmo o ataque a uma das mais importantes marcas do nosso concelho. Os do costume, num claro desrespeito por pessoas e famílias, a coberto do anonimato cobarde, inventam histórias e factos dignos de um enredo de telenovela”, referiu a autarquia.

A denúncia anónima fala em esquemas de corrupção e aponta para obras realizadas por ajustes diretos, algumas feitas “antes da adjudicação e sem qualquer fiscalização”, referindo-se ainda como “associação fantasma” à Associação Promotora do Circuito Internacional de Vila Real.

O município disse ainda que não responderá “às invenções fantasiosas, simplesmente porque elas não têm qualquer adesão à realidade” e lamentou “que alguns optem por esta forma de fazer política, porque acreditam que as eleições autárquicas do próximo ano podem ser ganhas mentindo aos cidadãos”.

“Não é coincidência que estas cartas anónimas surjam sempre com momentos políticos importantes. Aliás as cartas anónimas somam-se a campanhas nas redes sociais, a artigos de opinião em jornais e a outras intervenções mais ou menos públicas, mas sempre com os mesmos objetivos mesquinhos”, salientou ainda.

A câmara manifestou “um profundo repúdio por esta forma baixa de fazer política” e adiantou que, tal como fez anteriormente, fará chegar a questão às instituições apropriadas.

Contactada pela Lusa, fonte do município concretizou que vai ser apresentada uma queixa no MP contra desconhecidos.

Já em janeiro, após uma outra carta anónima que visava principalmente Rui Santos, foi também apresentada uma queixa no MP.

Na altura, a Procuradoria-Geral da República confirmou a receção da denúncia anónima que foi remetida ao Ministério Público de Vila Real, onde deu origem a um inquérito, desconhecendo-se desenvolvimentos sobre o caso.

“Percebemos todos que, se alguma das histórias inventadas fosse verdadeira, se houvesse alguma sustentação para aquilo que se escreve, seria muito fácil apresentar publicamente as evidências ou confrontar os responsáveis políticos nos órgãos próprios. Ora, isso nunca acontece nem poderia acontecer, dada a falsidade das acusações”, referiu o município no comunicado.

Depois de anos de interregno, o regresso das corridas automóveis ao circuito foi uma promessa eleitoral do socialista Rui Santos, aquando da primeira candidatura à Câmara de Vila Real, em 2013, que foi concretizada em 2014.

O circuito realiza-se nas ruas da cidade e, neste momento, ultimam-se os trabalhos de montagem das guardas metálicas de segurança.

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PORTO: CIRCULAÇÃO AUTOMÓVEL NA AVENIDA DA BOAVISTA “FINALMENTE” RESTITUÍDA

A circulação rodoviária da Avenida da Boavista foi restituída em ambos os sentidos, informou hoje a Metro do Porto, acrescentando que os trabalhos da empreitada do “metrobus” permanecem no corredor central e na Avenida do Marechal Gomes da Costa.

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A circulação rodoviária da Avenida da Boavista foi restituída em ambos os sentidos, informou hoje a Metro do Porto, acrescentando que os trabalhos da empreitada do “metrobus” permanecem no corredor central e na Avenida do Marechal Gomes da Costa.

Numa publicação no seu site, a Metro do Porto afirma que “a normalidade na Avenida da Boavista foi restituída, durante o dia de ontem [terça-feira], à população portuense na sua plenitude e antes das festas de São João, conforme havia sido prometido”. Segundo a Metro, a Avenida da Boavista “não só ficou desimpedida de constrangimentos de obra, como foi devolvida com uma série de melhorias”, como novos passeios, sistema de semaforização, sinalização e iluminação.

A circulação rodoviária entre a rotunda da Boavista e a intersecção com a Avenida Marechal Gomes da Costa foi restituída nas duas vias, em ambos os sentidos, continuando a Metro do Porto a trabalhar no corredor central da avenida e na Avenida Marechal Gomes da Costa, nomeadamente na construção das sete estações do “metrobus” (Casa da Música, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império).

Durante os últimos 16 meses, a circulação sofreu diversos impedimentos e alterações de trânsito devido à obra do “metrobus”, que ligará a Casa da Música à Praça do Império. O prazo para a conclusão da obra de concepção e construção do “metrobus” do Porto tem como data limite 23 de Agosto e o primeiro veículo a hidrogénio deverá chegar entre o final de Setembro e início de Outubro, segunda a Metro do Porto. A partir desta quarta-feira, também o acesso à rotunda através da avenida foi retomado, avança a metro.

As condicionantes à circulação na rotunda (Praça Mouzinho de Albuquerque) permanecem até sábado, indicou à Lusa fonte da Metro, acrescentando que a própria rotunda fica desimpedida no dia 20 de Julho, no âmbito da empreitada da Linha Rosa, que ligará São Bento à Casa da Música.

Aquando da apresentação do programa das festividades do São João, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, adiantou que o município estava a tentar distribuir os empresários das diversões que ficariam na Boavista por outras zonas da cidade e a estudar a possibilidade de instalar a roda gigante noutro local. “Temos pena do que se passa na rotunda da Boavista (…) Foi-nos anunciado que tudo aquilo iria estar desimpedido no início do mês, mas basta lá passar para perceber que não vai ser assim”, afirmou Rui Moreira.

Ao contrário de outros anos, a rotunda da Boavista não tem a habitual zona de diversões “devido a constrangimentos logísticos” das obras da Metro do Porto. “A Metro tem-nos surpreendido sempre com o facto de as previsões não baterem certo de qualquer maneira”, referiu então o autarca, defendendo, no entanto, que a cidade tem de viver com os constrangimentos das obras. “Não podemos fazer disso também um drama, a cidade do Porto vai festejar o São João condignamente”, referiu.

Questionado sobre o que aconteceria aos empresários de equipamentos de diversão da Boavista, Rui Moreira afirmou que o município está a tentar distribuí-los por outras zonas da cidade, assim como a estudar a possibilidade de instalar a roda gigante noutro local da cidade. “Estamos a pensar se a conseguimos instalar e onde, não é evidente. De resto, vamos conseguir certamente contentar os empresários, mas não é fácil a substituição de sítio, sobretudo para a roda gigante”, referiu, dizendo que os empresários estão “muito desapontados” por não se instalarem na Boavista.

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