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PORTO: UM GUARDA PRISIONAL E DOIS RECLUSOS ACUSADOS DE TRÁFICO DE DROGA

O Ministério Público (MP) acusou um guarda prisional do Estabelecimento Prisional (EP) do Porto e dois reclusos imputando-lhes a prática de um crime de tráfico de estupefacientes agravado, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional (PGR) do Porto.

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O Ministério Público (MP) acusou um guarda prisional do Estabelecimento Prisional (EP) do Porto e dois reclusos imputando-lhes a prática de um crime de tráfico de estupefacientes agravado, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional (PGR) do Porto.

Numa nota publicada na sua página na Internet, a PGR-P refere que um guarda prisional, com funções de chefia, e um dos arguidos reclusos engendraram um plano para introduzir no EP do Porto estupefaciente, com vista à comercialização aos outros reclusos.

O despacho do MP proferido a 25 de junho refere que, no dia 31 de julho de 2019, aqueles dois arguidos “introduziram no estabelecimento prisional duas placas de haxixe, com o peso de 197,286 gramas”.

Uma vez que o arguido recluso não tinha acesso ao compartimento onde exercia funções o guarda prisional, estes arguidos, diz a acusação, solicitaram a ajuda de um terceiro arguido para recolher o estupefaciente junto do guarda prisional e entregá-lo ao arguido a quem incumbia a distribuição do produto, a troco do pagamento da quantia de 25 euros por cada placa.

“Perante as movimentações suspeitas do arguido que fez a recolha do estupefaciente, este acabou por ser abordado por outros guardas prisionais, tendo atirado o estupefaciente para o chão no momento em que se preparava para ser revistado”, conclui a nota da PGR-P.

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MIRANDELA: ACIDENTE DE TRABALHO MATA HOMEM “SOTERRADO” EM BETÃO

Um homem de 49 anos morreu soterrado esta tarde num acidente de trabalho numa empresa de pré-fabricados de betão, em Vila Nova das Patas, concelho de Mirandela, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

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Um homem de 49 anos morreu soterrado esta tarde num acidente de trabalho numa empresa de pré-fabricados de betão, em Vila Nova das Patas, concelho de Mirandela, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

“Foi um acidente de trabalho às 15:12. Era um trabalhador da fábrica Pavimir. Supostamente terá caído numa máquina de receção de betão, tendo ficado submerso. Aliás, o alerta foi para um soterrado, o trabalhador ficou submerso com o betão”, indicou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Mirandela, Luís Soares.

O comandante adiantou ainda que foram os colegas a encontrar o homem, que estranharam a ausência prolongada da vítima. À chegada do socorro, o trabalhador foi retirado da máquina pelos bombeiros, já em paragem cardiorrespiratória.

O óbito foi declarado ainda na empresa pela equipa médica do helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros, chamada também para a ocorrência.

Luís Soares explicou ainda que se trata de uma estrutura recetora de betão, com alguma dimensão.

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Foi ativado apoio psicológico para colegas e familiares.

A Guarda Nacional Republicana esteve local, tendo comunicado os factos ao tribunal e à Autoridade para as Condições de Trabalho.

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VISEU: PADRE ACUSADO E CONDENADO POR COAÇÃO SEXUAL A UM JOVEM

O padre de Viseu que estava acusado de tentativa de coação sexual agravada e aliciamento de um menor para fins sexuais foi hoje condenado a um ano e 11 meses de prisão, pena suspensa na execução.

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O padre de Viseu que estava acusado de tentativa de coação sexual agravada e aliciamento de um menor para fins sexuais foi hoje condenado a um ano e 11 meses de prisão, pena suspensa na execução.

A pena fica suspensa por um período de três anos e sujeita a um regime de prova, e o padre está obrigado à frequência de um programa para agressores sexuais de crianças e jovens, e a avaliação psicológica ou psiquiátrica.

O padre Luís Miguel Costa foi ainda condenado à pena acessória de proibição de exercer profissão, emprego, funções ou atividades públicas ou privadas cujo exercício envolva contacto regular com menores.

Ficou ainda obrigado ao pagamento de 10 mil euros à vítima por danos não patrimoniais.

Segundo a acusação do MP, em 27 de março de 2021, “o arguido, quando se encontrava sentado ao lado de um menor”, que na altura tinha 14 anos, “tocou com a sua mão na mão da vítima e, pouco depois, deu-lhe conta do seu propósito de se relacionar sexualmente” com ele.

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“De seguida, convidou o menor para se encontrar com ele no WC, local onde, puxando-o para junto de si, aproximou os seus lábios aos dele, procurando repetidamente beijá-lo na boca, o que este evitou”, acrescentou.

O MP referiu ainda que, “pouco depois”, o padre mandou “diversos SMS [serviço de mensagens curtas] para o telemóvel do menor, aliciando-o para um encontro a fim de se relacionar sexualmente com ele”.

Em maio de 2022, depois de Luís Miguel Costa ter sido ouvido durante a fase instrutória do processo, o advogado Paulo Duarte disse aos jornalistas esperar que o seu cliente “não esteja, nem sirva nunca, de bode expiatório para expiar as culpas de quem quer que seja, nomeadamente de instituições”.

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