TRUMP DIZ ESTAR PRONTO PARA “DEVASTAR” COREIA DO NORTE

No dia em que os EUA impuseram novas penalizações aos bancos e indivíduos ligados a redes financeiras na Coreia do Norte, o presidente norte-americano diz que opção militar “não é a opção preferida -, mas se tomarmos essa opção, será devastador”.

No dia em que os EUA impuseram novas penalizações aos bancos e indivíduos ligados a redes financeiras na Coreia do Norte, o presidente norte-americano diz que opção militar “não é a opção preferida -, mas se tomarmos essa opção, será devastador”.

O presidente norte-americano disse que os EUA estão prontos a utilizar uma força militar “devastadora” contra a Coreia do Norte, mas apelou a uma concertação global para colocar fim ao programa nuclear, como a imposição de novas sanções.

“Estamos totalmente preparados para a segunda opção – não é a opção preferida -, mas se tomarmos essa opção, será devastador, posso dizer-vos isso”, disse Trump, em conferência de imprensa esta terça-feira na Casa Branca com o primeiro-ministro espanhol Mariano Rajoy, citado pela Bloomberg.

O chefe do Estado norte-americano esclareceu que “para a Coreia do Norte é opção militar. Se tivermos de assumi-lo, iremos ” e acrescentou que “todas as nações devem atuar agora para garantir a completa desnuclearização do regime”.

“Aplaudo as ações recentes da China para restringir o comércio com a Coreia do Norte”, frisou. “Em particular, aplaudo a China por romper todas as relações bancárias com a Coreia do Norte. Quero agradecer ao Presidente Xi”.

O Departamento do Tesouro dos EUA intensificou as sanções à Coreia do Norte, impondo novas penalidades aos bancos e indíviduos ligados às redes financeiras do país.

Por outro lado, as autoridades norte-coreanas pediram ajuda a analistas ligados ao partido Republicano, em Washington, para compreender o presidente norte-americano e as mensagens que estão a confundir o regime de Kim Jong Un.

“A preocupação número um é Trump. Eles não conseguem percebe-lo”, explicou fonte próxima do contacto norte-coreano ao Washington Times.

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