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VILA POUCA DE AGUIAR: INCÊNDIO EM REVEL GANHOU INTENSIDADE DURANTE A MANHÃ

O incêndio que deflagrou na quarta-feira em Revel, Vila Pouca de Aguiar, “ganhou intensidade” durante a manhã de hoje e o combate está a ser dificultado pelos acessos difíceis e acidentados, segundo a Proteção Civil Municipal.

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O incêndio que deflagrou na quarta-feira em Revel, Vila Pouca de Aguiar, “ganhou intensidade” durante a manhã de hoje e o combate está a ser dificultado pelos acessos difíceis e acidentados, segundo a Proteção Civil Municipal.

Segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o fogo mobilizava, pelas 10:00, 297 operacionais, 83 viaturas e nove meios aéreos, nomeadamente seis aviões, um helicóptero de combate e dois meios de coordenação.

Fonte da Proteção Civil Municipal de Vila Pouca de Aguiar disse que, também pelas 10:00, o incêndio encontrava-se “com várias frentes ativas” que progridem em direção às zonas das aldeias de Cidadelha de Jales e Campo de Jales.

O fogo, acrescentou, “ganhou intensidade durante a manhã” e o “combate está dificultado em virtude de as áreas serem de difícil acesso e acidentadas”.

No terreno, explicou a Proteção Civil, estão a “decorrer trabalhos com apoio de uma máquina de rastos para fazer as faixas de segurança de forma a conter o incêndio e há mais uma máquina de rastos para reforço das operações”.

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As condições meteorológicas previstas para o dia de hoje, como o vento e o calor, são encaradas com preocupação, bem como o facto de o combustível estar cada vez mais seco e mais disponível no terreno.

O alerta para o fogo foi dado às 17:14 e, em pouco tempo, verificou-se uma grande mobilização de meios para esta ocorrência que teve, logo no início, uma progressão muito rápida em zona de pinhal.

Ao final da tarde de quarta-feira o fogo aproximou-se da aldeia de Filhagosa, sem provocar danos, tendo sido combatido pelos operacionais, populares e os meios aéreos.

Este é o segundo grande incêndio numa semana neste concelho. O fogo que deflagrou no dia 17 de julho, em Cortinhas, Murça, evoluiu para Vila Pouca de Aguiar e queimou uma vasta área de pinhal e mato, ainda soutos, vinha e pastos.

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VILA REAL: IDOSA MORRE EM INCÊNDIO NUMA HABITAÇÃO EM VILARINHO

Uma idosa morreu hoje na sequência de um incêndio que deflagrou numa habitação em Vilarinho, no concelho de Vila Real, disse o comandante dos bombeiros da Cruz Branca.

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Uma idosa morreu hoje na sequência de um incêndio que deflagrou numa habitação em Vilarinho, no concelho de Vila Real, disse o comandante dos bombeiros da Cruz Branca.

Orlando Matos afirmou à agência Lusa que a irmã da vítima ficou em estado de choque, foi considerada ferida ligeira e transportada para observação ao Hospital de Vila Real.

O comandante referiu que a vítima mortal tem uma idade compreendida entre os 70 e os 80 anos e que o óbito foi declarado no local pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), do INEM.

O alerta para o incêndio foi dado pela irmã da idosa pelas 01:30 e, segundo Orlando Matos, quando os meios chegaram ao local a habitação estava tomada pelas chamas.

O fogo, acrescentou, terá tido início no quarto da vítima, onde esta foi encontrada pelos bombeiros, e as causas que estiveram na sua origem vão ser investigadas pela Polícia Judiciária (PJ), que esteve no local durante a madrugada.

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Para o combate ao incêndio foram mobilizados 16 bombeiros da Cruz Branca, com cinco viaturas, e ainda militares da GNR.

A aldeia de Vilarinho pertence à União de Freguesias de Pena, Quintã e Vila Cova, no concelho de Vila Real.

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MIRANDELA: ACIDENTE DE TRABALHO MATA HOMEM “SOTERRADO” EM BETÃO

Um homem de 49 anos morreu soterrado esta tarde num acidente de trabalho numa empresa de pré-fabricados de betão, em Vila Nova das Patas, concelho de Mirandela, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

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Um homem de 49 anos morreu soterrado esta tarde num acidente de trabalho numa empresa de pré-fabricados de betão, em Vila Nova das Patas, concelho de Mirandela, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.

“Foi um acidente de trabalho às 15:12. Era um trabalhador da fábrica Pavimir. Supostamente terá caído numa máquina de receção de betão, tendo ficado submerso. Aliás, o alerta foi para um soterrado, o trabalhador ficou submerso com o betão”, indicou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Mirandela, Luís Soares.

O comandante adiantou ainda que foram os colegas a encontrar o homem, que estranharam a ausência prolongada da vítima. À chegada do socorro, o trabalhador foi retirado da máquina pelos bombeiros, já em paragem cardiorrespiratória.

O óbito foi declarado ainda na empresa pela equipa médica do helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros, chamada também para a ocorrência.

Luís Soares explicou ainda que se trata de uma estrutura recetora de betão, com alguma dimensão.

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Foi ativado apoio psicológico para colegas e familiares.

A Guarda Nacional Republicana esteve local, tendo comunicado os factos ao tribunal e à Autoridade para as Condições de Trabalho.

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