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VILA REAL INVESTE 1,5 MILHÕES DE EUROS NA MOBILIDADE URBANA

A Câmara de Vila Real aprovou hoje o projeto de intervenção em sete arruamentos da cidade, num investimento de cerca de 1,5 milhões de euros que visa beneficiar o pavimento, passeios e melhorar a mobilidade pedonal.

O projeto, aprovado na reunião de câmara descentralizada, realizada na freguesia de Constantim e Vale de Nogueiras, está inserido no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Vila Real.

“O objetivo das obras é acima de tudo melhorar a mobilidade pedonal em ruas que têm larguras muito exíguas e em que as pessoas, nomeadamente os cidadãos com mais dificuldades, têm sérios problemas em circular”, afirmou o vereador do pelouro do Urbanismo, Adriano Sousa (eleito pelo PS).

Serão alvo de intervenção, neste pacote do PEDU, as ruas Marechal Teixeira Rebelo, Margarida de Chaves, D. Pedro de Castro, Alexandre Herculano, Isabel de Carvalho, do Rossio e da Misericórdia.

A intervenção pretende melhorar os pavimentos, fazer alteração da rede de águas e esgotos, colocar lâmpadas LED para aumentar a eficiência energética e apostar na mobilidade suave, criando melhores condições para a circulação pedonal e de bicicletas.

Adriano Sousa referiu que, em algumas destas ruas, os passeios são “irregulares e estreitos, com cerca de 40, 50 ou 60 centímetros”, um “paradigma que se pretende alterar com estas obras”.

A obra vai ser candidatada a fundos comunitários e, após a aprovação, será lançado o respetivo concurso público.

O vereador da oposição António Carvalho referiu que o PSD votou contra as intervenções “nestes moldes” porque “diminuem o número de lugares de estacionamento” e a autarquia “não acautelou a criação de parques de estacionamento gratuitos e a melhoria da rede de transportes públicos”.

“Não tem sentido que se faça o contrário, que se estejam a empurrar os carros para fora não criando as condições com transportes públicos capazes de responder às necessidades das pessoas”, salientou.

A Câmara de Vila Real aprovou também hoje a criação do “regime zona 30”, ou seja, onde a circulação automóvel não poderá exceder os 30 quilómetros hora.

O objetivo é, segundo o vereador Adriano Sousa, tornar “a cidade mais amiga das pessoas”.

Nesta primeira fase, a “zona 30” irá estender-se aos arruamentos que se localizam entre as zonas do mercado municipal e de Nossa Senhora da Conceição.

O vereador da oposição António Carvalho disse concordar com a criação da “zona 30” e defendeu o seu alargamento a mais artérias do centro da cidade.

LUSA

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