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FESTEJE O ANO NOVO 2018 DE NORTE A SUL

Ruas, praças e mercados transformam-se em palcos para receber em festa o novo ano. Um brinde a 2018 de norte a sul do País.

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Com a chegada do ano novo surgem inúmeras sugestões de festas de réveillon. Em algumas cidades são organizados grandes palcos com um cartaz atraente … e o melhor de tudo, é grátis ! Agora só precisa de reunir os amigos e comemorar em grande.

Albufeira:

Esta será, certamente, uma das noites mais aguardadas do Algarve. Agir abre as hostilidades na Praça dos Pescadores, em Albufeira, a partir das 22 horas, e, depois do fogo-de-artifício a celebrar a chegada de 2018, serão os Xutos & Pontapés a pisar o palco no primeiro concerto da banda após a morte de Zé Pedro, a 30 de novembro. Tim, Kalú, João Cabeleira e Gui prometem uma noite de boas memórias.

Aveiro:

O grupo A Kapital e o Dj Gonçalo Araújo serão os protagonistas da festa que ocupa o Canal central e o Rossio a partir das 23 horas. À meia-noite, o brinde a 2018 faz-se com fogo-de-artifício.

Coimbra:

Quatro palcos celebram a entrada em 2018 em Coimbra. Os HMB e os djs Sousa e Vacaciones atuam no Largo da Portagem, os Peste & Sida e Karetus tocam na Praça do Comércio, os Revival Music estarão na praça 8 de Maio e os Hidrogénio animam o Terreiro da Erva. À meia-noite, o fogo-de-artifício, sob o rio Mondego, durará oito minutos.

Figueira da Foz:

Três dias de festa estão prometidos na Figueira da Foz, com vários concertos na Praça do Forte. Diogo Piçarra e Inês Simões atuam na sexta-feira, 29 (22h), David Carreira, no sábado, 30, e a última noite do ano faz-se com Pedro Abrunhosa (às 23h), que acabou de lançar a nova canção Meu Querido Filho Tão Tarde que é, inspirada nos incêndios deste ano e é o primeiro single do novo álbum de originais que o músico lançará em 2018. Depois do habitual fogo-de-artifício junto à praia, a festa continua com a electrónica do Dj Nelson Cunha.

Lisboa:

A festa de passagem de ano em Lisboa, no Terreiro do Paço, dura três dias. O Super Ano Novo começa na sexta-feira, 29, com Ana Moura (22h), e continua no dia seguinte com a música de Lura e Bonga. No último dia do ano, domingo, 31, a apresentação do espetáculo fica a cargo de Filomena Cautela. A festa começa às 22 horas com o soul e funk de Marta Ren & Groovelvets, seguindo-se a atuação de Capitão Fausto. Depois da meia-noite e do espetáculo de fogo-de-artifício, haverá um concerto inédito de homenagem aos êxitos da pop nacional, que junta as vozes de Ana Bacalhau, Ana Deus, Lena d’ Água, Luís Portugal, Miguel Ângelo, Viviane, Xana, Rui Pregal da Cunha e Samuel Úria.

Porto:

Na Avenida dos Aliados, a noite tem início com o concerto de Aurea (22h30) e, depois do tradicional fogo-de-artifício, serão os Amor Electro a animar as primeiras horas de 2018. Já no Largo Amor de Perdição, a música eletrónica começa às 22 horas com um dj set de Kyptra’92, seguido de um show case de Mundo Secreto, dos djs Overule e João Dinis. Também na Praça dos Poveiros se fará a festa, com a música de Nuno di Rosso, Miguel Rendeiro e Freshkitos.

Viana do Castelo:

O Centro Cultural de Viana do Castelo começa a noite com o dj Nuno Luz (da Rádio Comercial) e, depois das 12 badaladas, assinala o ano novo com a atuação dos The Gift.

Viseu:

O Campo de Viriato (recinto da Feira de São Mateus) será, este ano, o palco do fim de ano em Viseu. A antecipar o facto desta ser a Cidade Europeia de Folclore em 2018, a noite começa com a atuação de vários grupos folclóricos do concelho: Rancho Folclóricos da Associação As Cabacinhas de Santiago, o de Guimarães e o Grupo Folclórico Leões da Beira de Rio de Loba (a partir das 21h). O grupo de Viseu Tranglomango interpreta um repertório de temas tradicionais portugueses (às 22h) e, mais tarde, chegarão a rapper Kika G, a banda portuguesa OqueStrada (23h) e Moullinex (1h). O espetáculo de fogo-de-artifício, a anteceder a meia-noite, terá a Sé de Viseu como cenário.

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5 PEQUENOS GESTOS PARA TORNAR A SUA EMPRESA MAIS SUSTENTÁVEL

Apesar de ser um chavão dizer-se que não há planeta B, a verdade é que, face às alterações climáticas e à gritante perda de biodiversidade a que todos temos assistido, é urgente trabalharmos para que o planeta A, afinal de contas o único que temos, tenha futuro.

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Apesar de ser um chavão dizer-se que não há planeta B, a verdade é que, face às alterações climáticas e à gritante perda de biodiversidade a que todos temos assistido, é urgente trabalharmos para que o planeta A, afinal de contas o único que temos, tenha futuro.

Todos somos chamados a contribuir dentro das nossas possibilidades e as empresas não são exceção, até porque, além de ajudar o ambiente, podem poupar recursos e ter um maior impacto numa sociedade de consumo que dá cada vez mais valor a práticas sustentáveis.

Se tem uma empresa e não sabe por onde começar a torná-la mais sustentável, tome nota destas cinco dicas que temos para si.

5 formas de tornar a sua empresa mais sustentável

1 – Opte por comprar a fornecedores locais/regionais

O transporte de materiais e matérias-primas por terra, ar ou mar é uma das atividades mais poluentes à face da Terra, por isso, para começar a tornar a sua empresa mais sustentável procure comprar localmente.
Deste modo, não só contribui para a diminuição da sua pegada de carbono, como também para o fortalecimento da economia local.

Além disso, procure comprar materiais de elevada durabilidade, reciclados ou reutilizáveis, e que possam ser vendidos em grandes quantidades.

2 – Reduza o consumo de água

Se pensarmos que a percentagem de água doce no mundo ronda os 2% do total global, é fácil percebermos que uma estratégia mais urgente a adotar para tornar a sua empresa mais sustentável é a, sem dúvida alguma, a redução do consumo de água.

Neste sentido, pode começar por instalar redutores de caudal em todas as torneiras e autoclismos da empresa, instalar temporizadores nos lavatórios e chuveiros e, se possível, instalar sistemas de reutilização de águas pluviais.

Deve-se acompanhar todas estas medidas por revisões periódicas, algo essencial para afastar a possibilidade da existência de fugas que podem resultar num enorme desperdício de água.

3 – Faça uma melhor gestão dos resíduos produzidos

Para gerir e reduzir os resíduos produzidos pela sua empresa, comece, por exemplo, por instaurar uma política de separação do lixo produzido através da colocação de recipientes próprios em locais estratégicos, como, por exemplo, instalar um contentor azul junto dos escritórios, lugar onde o gasto de papel e derivados é mais acentuado.

A isto, procure, igualmente:

  • Incentivar a utilização de ferramentas digitais em detrimento do papel;
  • Reutilizar o papel antes o deitar fora;
  • Reciclar os tinteiros vazios;
  • Favorecer a compostagem dos restos do lanche e almoço dos seus trabalhadores através da colocação de um contentor específico para esse efeito;
  • Não utilizar material descartável;
  • Promover a utilização de garrafas reutilizáveis.

4 – Promova medidas de melhoria da qualidade do ar

No caso de escritórios ou de armazéns, é importantíssimo zelar para que a qualidade do ar seja a melhor possível para todos, já que, assim, não só os seus trabalhadores podem sentir-se mais confortáveis no desempenho das suas funções, como a sua empresa pode, com as medidas certas, poupar no gasto de eletricidade.
Entre outras coisas, pode:

  • Colocar plantas no escritório e armazém que, na prática, vão ajudar a purificar o ar e tornar o espaço mais acolhedor;
  • Evitar a utilização de produtos aerossóis ou com substâncias voláteis na sua composição;
  • Arejar os espaços diariamente e, sempre que possível, desligar o ar condicionado;
  • Não colocar tapetes ou carpetes no escritório e áreas comuns, uma vez que isso pode ajudar à acumulação de ácaros e microrganismos potencialmente prejudiciais à sua saúde e dos seus trabalhadores.

5 – Substitua os sacos de plástico por sacos de tecido personalizados

Apesar de serem relativamente baratos e fáceis de utilizar, os sacos de plástico acabam por ser uma das principais fontes de poluição dos cursos de água.

Para tornar a sua empresa mais sustentável e até ganhar notoriedade entre os consumidores, o nosso conselho passa por abandonar os sacos de plástico e apostar em sacos de tecido personalizados, como aqueles que pode encontrar na Gift Campaign, empresa especializada em brindes publicitários personalizados.

Entre uma série de brindes personalizáveis, vai encontrar uma grande variedade de sacos de tecido que, pela sua versatilidade e baixo preço, podem servir de veículo publicitário de excelência para a sua empresa e, simultaneamente, ajudá-la a tornar-se mais sustentável.

O conforto e adequação aos produtos e estética da sua empresa também não é problema, já que poderá encontrar na Gift Campaign sacos de tecido personalizáveis com o logotipo e/ou mensagem publicitária através de impressão, bordado ou serigrafia com diferentes comprimentos de asas e vários complementos (bolsos, fole, fechos de correr, etc.).

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SÓ 19% DOS PORTUGUESES CONHECE OS SEUS DIREITOS NAS VIAGENS DE AVIÃO

Só 19% dos inquiridos portugueses num Eurobarómetro hoje divulgado, abaixo dos 30% da média da União Europeia (UE), afirma conhecer bem os seus direitos no transporte aéreo, situação que preocupa a Comissão Europeia, que divulgou diretrizes.

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Só 19% dos inquiridos portugueses num Eurobarómetro hoje divulgado, abaixo dos 30% da média da União Europeia (UE), afirma conhecer bem os seus direitos no transporte aéreo, situação que preocupa a Comissão Europeia, que divulgou diretrizes.

Num Eurobarómetro sobre direitos dos passageiros na UE, hoje publicado, Bruxelas conclui que só 19% dos portugueses inquiridos (num total de 26.601 entrevistas feitas em janeiro e fevereiro deste ano) se sentem bem informados quando viajam avião, o que compara com 30% no total dos 27 países.

Pior só no que toca ao transporte por navio/ferry (14%, que compara com 16% na UE) e melhor sobre o transporte ferroviário (20%, 33% na UE) e de autocarro (23%, 27% na UE).

Em comunicado, a Comissão Europeia refere que “os passageiros necessitam de mais informações sobre os seus direitos”, razão pela qual publica hoje diretrizes interpretativas revistas sobre os direitos dos passageiros aéreos, que visam facilitar o cumprimento da regulamentação e harmonizarão a aplicação pelos organismos nacionais.

“Desde 2016, a Comissão tem vindo a fornecer orientações para dar resposta às preocupações comuns suscitadas pelos organismos nacionais de execução, pelos passageiros e suas associações e pelos representantes do setor. A revisão de hoje tem nomeadamente em conta os acórdãos do Tribunal de Justiça proferidos desde 2016 que clarificam determinadas disposições, permitindo uma aplicação mais eficaz e coerente das regras”, assinala.

A UE é o único espaço no mundo em que os passageiros estão protegidos por um conjunto completo de direitos, quer viajem de avião, comboio, navio ou autocarro.

Estes direitos visam a não discriminação, informação exata, atempada e acessível e a assistência imediata e proporcionada, nomeadamente perante situações como voos cheios (‘overbooking’), cancelados, atrasados, que como recorda hoje Bruxelas obrigam a indemnizações por parte das companhias aéreas.

A informação, publicada no ‘site’ do executivo comunitário e dirigida aos prestadores de serviços de transporte e aos organismos nacionais, surge em época alta da aviação.

Na sexta-feira, uma falha global informática no sistema da Microsoft causou constrangimentos nos aeroportos ao nível mundial, provocando atrasos e cancelamento de voos e problemas com as bagagens.

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