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LOUCURAS

MULHER DETIDA DANÇA NUA PARA POLÍCIAS (VÍDEO)

Na Colômbia uma mulher detida por se envolver numa luta com outra mulher. Katherine Martinez de 37 anos foi algemada a uma janela e “alegadamente” terá-lhe sido dito que só lhe dariam uma cadeira se se despisse. Momento foi filmado.

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Esta é mais uma polémica das redes sociais. Na Colômbia uma mulher detida por se envolver numa luta com outra mulher. Katherine Martinez de 37 anos foi algemada a uma janela e “alegadamente” terá-lhe sido dito que só lhe dariam uma cadeira se se despisse. O momento em que uma mulher, detida numa esquadra em Cali, na Colômbia, alegadamente terá sido obrigada pelos polícias a dançar nua para estes e para os outros homens que estavam detidos foi filmado e divulgado nas redes sociais.

A mulher, Katherine Martinez, fez queixa e agora os envolvidos enfrentam processos disciplinares e judiciais. A jovem, de 27 anos, que trabalhou como fisioterapeuta, tinha saído com amigas e bebeu demais. Segundo conta, caiu durante uma luta com outra mulher.

A polícia deteve-a e levou-a para a esquadra. Katherine conta que foi algemada a uma janela e que, quando pediu uma cadeira, porque tinha dores nos pés, os agentes da polícia lhe disseram que, para a libertarem, esta tinha de se “despir e fazer uma dança sensual para todos”. No local estavam vários homens presos que começaram a gritar “Sim, sim é mesmo isso”. ” Os polícias disseram para eu levantar o vestido e que iam filmar tudo, lembro-me disso”, defende a jovem, que agora trabalha como modelo.

Já o comandante da Polícia de Cali, Hugo Casas, garante que a mulher despiu-se por iniciativa própria, mas lamenta que os agentes tenham filmado o momento e divulgado o vídeo nas redes sociais. “Ela decidiu despir-se e levar a cabo atos obsceno. O que nós, enquanto instituição, lamentamos, é que alguns agentes da nossa polícia tenham filmado com o telemóvel em vez de a pararem e protegerem a sua integridade”, afirma Casas, garantindo que “já estão a decorrer investigações internas, assim como processos disciplinares”.

Katherine recorreu à ajuda de um advogado para limpar o seu nome. “è nojento e vergonhoso o que obrigaram a fazer para poder ter uma cadeira. Eu tinha o pé muito magoado. Ainda não consigo andar bem, mas o que me custa mais é que fiquei emocionalmente destroçada.”, finaliza.

Pode ver o vídeo aqui, tire as suas conclusões:









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