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UMA RAINHA “CARA”

Letizia gasta 140 mil euros por ano, apenas e só para ser tornar a “Rainha da elegância”. À sofisticação uniu-se este ano uma ousadia requintada: Letizia deixou para trás o que os especialistas em assuntos de moda consideravam uma “sobriedade aborrecida” e encontrou um estilo próprio. E tudo isto, pago, claro está pelos contribuintes Espanhóis … Vê aqui o resto desta notícia !

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O ano de 2015 consagrou Letizia como uma das rai­nhas mais elegantes da actualidade. Uma distinção que muitos acreditam dever-se ao facto de a rainha de Espanha se mostrar cada vez mais segura na escolha das roupas e acessórios que usa nos atos oficiais a que preside. Um estilo próprio que a mulher do rei Felipe VI demorou mais de dez anos a encontrar e para cujo sucesso muito terá contribuído a contratação de uma personal stylist.

Nos últimos 12 meses, a rainha tornou-se um autêntico ícone de estilo a nível mundial, o que não ficou propriamente barato: num ano, a espanhola gastou mais de 140 mil euros em roupa, acessórios e joias, fazendo as contas aos mais de 30 vestidos e conjuntos, 20 pares de sapatos e uma dezena de joias que estreou desde o dia 1 de janeiro de 2015.

Neste processo, Letizia foi abandonando as suas “escolhas seguras”, optando por um estilo mais clássico e senhoril ao eleger, por exemplo, vestidos Carolina Herrera e stilettos Prada e ousando nas jóias, mostrando que possui várias peças de luxo. Esta linha de elegância foi acentuada pelo novo corte de cabelo, em estilo bob, e pelos apanhados sofisticados que apresentou em diversas ocasiões.

Uma mudança de aparência que reflete, segundo os mais próximos da rainha, uma mudança de atitude. Finalmente, Letizia encontrou uma nova segurança para desempenhar as suas funções como representante dos espanhóis, de tal forma que passou a não se sentir tão afetada sempre que as suas toilettes são notícia.

REGIÕES

PENAFIEL: MÉDICO ORTOPEDISTA DO HOSPITAL ACUSADO DE VIOLAÇÃO E COAÇÃO SEXUAL

O Ministério Público acusou um médico ortopedista de, entre 2022 e 2023, ter violado duas mulheres durante consultas no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, no distrito do Porto, adianta hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.

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O Ministério Público acusou um médico ortopedista de, entre 2022 e 2023, ter violado duas mulheres durante consultas no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, no distrito do Porto, adianta hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.

Na sua página de Internet, a procuradoria refere que o suspeito está indiciado de dois crimes de violação e de um crime de coação sexual.

Na acusação, deduzida a 09 de maio, o Ministério Público considerou “suficientemente indiciado” que o médico, em três ocasiões diferentes, nomeadamente a 12 de abril de 2022, 29 de agosto de 2022 e 03 de maio de 2023, “constrangeu” duas mulheres a “contactos de natureza sexual”.

Esses “contactos de natureza sexual” aconteceram em contexto de consulta médica, sublinha.

“No contexto da sua atividade de médico ortopedista e a pretexto de estar a efetuar tratamentos necessários às vítimas decidiu tirar proveito dessa situação para as constranger a contactos de natureza sexual o que fez contra a vontade das vítimas”, descreve a procuradoria.

O médico encontra-se suspenso do exercício de funções em qualquer instituição e serviço público ou privado, frisa.

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REGIÕES

PORTO: 31 CONDENADOS A PENAS DE 6 MESES A 13 ANOS DE PRISÃO

O Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenou hoje a penas entre os seis meses e os 13 anos de prisão 31 arguidos acusados dos crimes de furto qualificado e receção cometidos entre 2019 e 2022.

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O Tribunal de S. João Novo, no Porto, condenou hoje a penas entre os seis meses e os 13 anos de prisão 31 arguidos acusados dos crimes de furto qualificado e receção cometidos entre 2019 e 2022.

Na leitura do acórdão, que decorreu esta tarde, a juíza presidente do coletivo que julgou aqueles 31 arguidos, “todos com relações familiares ou de amizade entre si”, deixou palavras de aviso aos arguidos mais jovens e de censura aos pais destes por “arrastarem miúdos” para uma vida de crime.

“O Tribunal esforçou-se por privilegiar a sociabilização em liberdade pelos arguidos mais jovens e lamenta que os mais velhos tenham arrastados miúdos para isto. É importante que os mais novos, pessoas com 20 e poucos anos, percebam que mais cedo ou mais tarde correm o risco de serem privados da liberdade”, avisou a magistrada.

E continuou: “Ainda estão a tempo, mas há um momento em que não vai ser possível fugir à privação da liberdade”.

Os 31 arguidos estavam acusados de “dezenas” de crimes de furto, furto qualificado, furto qualificado na forma tentada e de receção de material roubado.

O arguido a quem foi aplicada a pena mais pesada foi condenado a uma pena única de 13 anos de prisão efetiva, seguindo-se um arguido com uma pena única de 10 anos, quatro com penas únicas de oito anos e outros quatro com penas de sete anos de prisão efetiva.

Os restantes arguidos foram condenados com penas entre os seis meses de prisão e os seis anos de prisão efetiva, sendo que à maior parte dos arguidos o coletivo entendeu aplicar a suspensão da execução da pena.

Segundo a acusação, os arguidos terão arrombado diversos estabelecimentos comerciais e armazéns, em vários concelhos do Norte do país, e “em comunhão de esforços e repartição de tarefas”, furtado material diverso, desde roupa, sapatilhas, mobiliário, somas monetárias e artigos em alumínio.

O Ministério Publico sustentou que só num dos episódios de furto, desta feita a um armazém em Guimarães, no distrito de Braga, alguns dos arguidos “apropriaram-se, contra a vontade do seu legítimo dono, de diversas caixas contendo colchas, cobertores, lençóis e outros artigos de têxtil lar, novos e devidamente embalados, de valor total de 54.900 euros”.

A juíza salientou existirem “bastantes elementos de prova” contra os arguidos, conseguidas em “várias operações de buscas a domicílios e veículos, operações de vigilância e escutas”.

Naquelas buscas, refere a acusação, foram apreendidas centenas de peças de vestuário e calçado, cheques, dinheiro, automóveis, cartões de telemóvel, material eletrónico e informático, entre outros bens.

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